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Título: Insulinas e carcinogénese: questões levantadas pelas insulinas humanas recombinantes em utilização terapêutica
Autor: Figueiredo, Ana Sofia Soares
Orientador: Lima, M. B.
Palavras-chave: Análogos de insulina
Cancro
Diabetes
Receptor da insulina
Receptor do IGF-1
Insulina
IGF-1
Data de Defesa: 2010
Resumo: Mundialmente, a Diabetes afecta mais de 200 milhões de pessoas. Cerca de 10% destas pessoas desenvolvem Diabetes tipo 1 e necessitam de insulinoterapia. Os restantes 90% desenvolvem Diabetes tipo 2, em que mantêm alguma síntese de insulina, o que significa que pode ser tratada com dieta e antidiabéticos orais em estágios iniciais, recorrendo-se à insulinoterapia, apenas, em estágios posteriores. A insulina humana é utilizada há várias décadas e a sua segurança está acima de qualquer dúvida, no entanto, nos últimos anos surgiram algumas preocupações sobre uma possível ligação entre o uso de análogos de insulina e o desenvolvimento de cancro. A insulina humana, para além das suas acções metabólicas, tem um fraco efeito mitogénico. Este efeito tornou-se importante na avaliação da segurança dos análogos da insulina, isto é, compostos e derivados de insulina, com uma composição molecular e/ou estrutural que tenha sido modificada em relação à insulina humana. As modificações estruturais verificadas nos análogos da insulina podem aumentar a potência mitogénica, resultando num estímulo do crescimento das neoplasias pré-existentes. Os análogos da insulina que causam estimulação prolongada do receptor de insulina ou do receptor do IGF-1 (Insulin-like Growth Factor 1), são aqueles que apresentam efeitos mitogénicos. Alguns estudos epidemiológicos recentes demonstram estes resultados experimentais, sugerindo que pode haver diferentes riscos para o desenvolvimento de cancro associado com insulinas diferentes. Uma vez que os análogos da insulina são administrados ao longo da vida nos doentes com diabetes, as insulinas que provocam um aumento do efeito mitogénico, em comparação com a insulina humana, constituem um grave problema de saúde pública. Como tal, o objectivo deste trabalho é avaliar esta possível relação entre os análogos de insulina e o desenvolvimento de cancro, através da análise de diversos estudos.
Descrição: Dissertação de mest., Ciências Farmacêuticas, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Univ. do Algarve, 2010
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.1/1659
Designação: Mestrado integrado em Ciências Farmacêuticas
Aparece nas colecções:UA01-Teses

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