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Título: Evolução holocénica do troço terminal do estuário da ribeira do Ludo
Autor: Prudêncio, Margarida
Orientador: Boski, T.
Moura, Delminda
Palavras-chave: Foraminíferos bentónicos
Paleoambientes
Holocénico
Nível médio do mar
Ribeira do Ludo
Data de Defesa: 2011
Resumo: Foram efectuadas 6 sondagens ao longo da Ribeira do Ludo e realizou-se a análise textural das amostras recolhidas. Nas sondagens L3 e L6 identificaram-se as paleoassociações de foraminíferos bentónicos e foram aplicados parâmetros estatísticos como densidade faunística; abundância, dominância e constância de espécies; razão Aglutinados/Calcários; razão Planctónicos/Bentónicos; diversidade e equitatibilidade. O estudo dos sedimentos recolhidos ao longo da ribeira, permitiu identificar paleoassociações de foraminíferos bentónicos e relacioná-las com as condições ambientais que terão ocorrido ao longo do Holocénico. Em todas as amostras estudadas, verificou-se a predominância de espécies bentónicas e foram identificadas duas associações dominantes: (i) a associação das espécies Trochamina macrescens, Trochamina inflata, Trochamina sp. e Forros internos e (ii) a associação Haynesina germanica e Ammonia beccarii. Às amostras da sondagem L6 (efectuada mais a jusante) foi sempre atribuído um ambiente com maior influência marinha (intermareal aberto, GIM 5), enquanto que ao longo da sondagem L3 foi possível identificar diferentes GIM e três fases da evolução do estuário: 1ª fase de pré-invasão, em que se verifica a passagem de um ambiente de sapal para um ambiente lagunar, caracterizado pela substituição de associações de espécies típicas de sapal (Trochammina macrescens e Trochammina inflata, associadas ao grupo dos Forros internos) para associações de espécies de maior influência marinha (Ammonia beccarii, Haynesina germanica, Elphidium spp. e espécies exóticas). 2ª fase evolutiva, em que ocorre um abrandamento na subida do NMM, verificando-se novamente a substituição de espécies de ambientes mais marinhos por outras típicas de sapal e na fase final até as espécies de sapal deixam de existir. 3ª fase de invasão e alagamento, maior influência marinha onde dominam as espécies Ammonia beccarii e Haynesina germanica, Asterigerinata mamilla e Elphidium spp., os planctónicos atingem os valores mais altos de abundância e onde se verificam um dos valores mais elevados de diversidade e equitabilidade.
Descrição: Dissertação de mest., Biologia e Geologia (Educação), Faculdade de Ciências e Tecnologia, Univ. do Algarve, 2011
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.1/1765
Designação: Mestrado Biologia e Geologia. Educação
Aparece nas colecções:UA01-Teses

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