Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.1/1813
Título: Uma experiência educacional: avaliação do trabalho com o Geometer's Sketchpad na aula de matemática
Autor: Paiva, Júlio
Orientador: Amado, Nélia
Palavras-chave: Ensino de matemática
Matemática - estudo e ensino
Geometria - estudo e ensino
Data de Defesa: 2009
Resumo: Com este estudo pretendi investigar as relações existentes entre a avaliação e a aplicação de actividades com o uso do Geometer’s Sketchpad e as suas repercussões nas aulas de matemática, nos alunos e em mim próprio. Com o intuito de estudar este problema, formulei as seguintes questões de investigação: (i) Como deve o professor intervir e que feedback pode ser apresentado aos alunos num contexto de utilização de Ambientes de Geometria Dinâmicos na aula de matemática?; (ii) Como é encarada a utilização destes ambientes pelos alunos? Qual é a importância que os alunos lhes atribuem? Como reagem os alunos a novas estratégias de avaliação? ; (iii) Que formas de avaliação devem ser implementadas numa aula com recurso ao computador de modo a garantir a consistência com a prática de utilização das tecnologias? Tendo por base os objectivos do estudo, adoptei uma metodologia de investigação qualitativa, de tipo interpretativo. A recolha de dados decorreu numa turma de 9º ano, através da observação directa das aulas, da recolha documental de relatórios, inquéritos, teste de duas fases e outros documentos. Foram desenvolvidas nove actividades recorrendo ao Geometer’s Sketchpad no âmbito do estudo das circunferências, polígonos e rotações. Nestas actividades de carácter predominantemente investigativo, os alunos, constroem algumas figuras geométricas desenvolvendo as suas competências no campo da geometria. Como principais conclusões do estudo saliento: (i) O professor deve investir numa boa preparação das actividades a desenvolver nas aulas. Durante as aulas, deve possibilitar que os alunos descubram a matemática apelando à experimentação. No final das aulas deve reflectir sobre as mesmas, para que possa surgir como um dos frutos dessa reflexão, o feedback dado ao trabalho dos alunos com vista à auto-regulação da sua aprendizagem; (ii) No geral, os alunos, encaram a utilização destes ambientes como actividades desprovidas de conteúdos e como situações de divertimento. (iii) Os alunos encaram de boa forma a introdução de estratégias de avaliação diversificadas e em consonância com a prática de utilização das tecnologias, como sejam a observação directa e a realização de relatórios e testes em duas fases com a inclusão de computadores. No entanto, tanto os professores, como os alunos e seus encarregados de educação revelam algumas tensões pelo facto do tipo de avaliação presente nos testes intermédios e exame não ser condizente com aquela acima descrita.
Descrição: Dissertação de mest., Matemática para o Ensino, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Univ. do Algarve, 2009
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.1/1813
Designação: Mestrado em Matemática para o Ensino
Aparece nas colecções:UA01-Teses

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