Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.1/2447
Título: Los clásicos, la emblemática y la razón de estado: lecturas áureas de la "campana de Huesca"
Autor: Montaner Frutos, Alberto
Data: 2007
Editora: Centro de Estudos Ataíde Oliveira
Resumo: La alegoría de la Razón de Estado en la Iconología de Cesare Ripa ofrece una serie de elementos entre los que destaca el empleo de la imagen del cetro abatiendo los tallos más altos de una mata de amapolas, tomada de Tito Livio, y que (por derivación de fuentes semejantes o por coincidencia de motivos argumentales) aparecía también en la vieja leyenda aragonesa de la “Campana de Huesca”. La vinculación entre el legendario episodio histórico aragonés y el texto del historiador latino (realizada expresamente por Jerónimo Zurita) da pie en el Siglo de Oro a una relectura del relato cronístico medieval en clave política que, como no podía ser de otro modo, se adecua a la mentalidad vigente en su momento. De este modo, la explicación de las supuestas motivaciones del rey aragonés Ramiro II en el siglo XII se convierte en una relectura del episodio en clave tacitista. El resultado final es que el motivo conduce en los historiadores aragoneses del período (el mismo Zurita y Martínez del Villar) a un planteamiento que coincide en muchos puntos con la Razón de Estado tal y como Ripa la había alegorizado.
Na Iconologia de Cesare Ripa, a alegoria da Razão de Estado apresenta uma série de elementos em que se destaca o emprego da imagem do ceptro abatendo as hastes mais altas de um conjunto de papoilas, tirada de Tito Lívio, e que (por derivar de fontes semelhantes ou por coincidência temática) aparecia também na velha lenda aragonesa do “Sino de Huesca”. A ligação entre o lendário episódio histórico aragonês e o texto do historiador latino (explicitamente feita por Jerónimo Zurita) leva, no “Século de Ouro” espanhol, a uma releitura da narrativa cronística medieval em chave política, a qual, como não podia deixar de ser, se adequa à mentalidade da época. Assim, a explicação das supostas motivações do rei de Aragão Ramiro II no séc. XII converte-se numa releitura do episódio em chave tacitista. O resultado final é o de referido motivo conduzir os historiadores aragoneses da época (o próprio Zurita e Martínez del Villar) a uma posição que coincide em muitos aspectos com a Razão de Estado como Ripa a tinha representado na sua alegoria.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.1/2447
ISSN: 0873-0547
Aparece nas colecções:ELO-N1314

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