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Título: Proveniência da Titanite no Algarve (Sul de Portugal)
Autor: Rodrigues, Bruno
Fernandes, Paulo
Veiga-Pires, C.
Machado, Nuno
Palavras-chave: Proveniência
Titanite
Raios-x
Data: 2010
Citação: Rodrigues, B.; Fernandes, Paulo; Cristina Veiga-Pires; Nuno Machado. Proveniência da Titanite no Algarve (Sul de Portugal), Trabalho apresentado em Congresso de Geoquímica dos Países de Língua Portuguesa, XVI Semana da Geoquímica, In Memórias nº 14, X Congresso de Geoquímica dos Países de Língua Portuguesa, XVI Semana da Geoquímica, Universidade do Porto, Porto, 2010.
Resumo: Com o objectivo de avaliar a proveniência da titanite existente nas praias e ribeiras do Algarve e avaliar o seu potencial para estudos de proveniência, foram estudadas diversas amostras recolhidas em afloramentos rochosos e em sedimentos detríticos de praias e ribeiras do Algarve (Sul de Portugal). A titanite, quando observada em grãos individuais com formas arredondadas pode ser facilmente confundida com a monazite. Nestes casos, recorreu-se à análise por difractometria de raios-X, tendo sido possível confirmar a identificação da titanite através de cálculos estequiométricos a partir dos elementos maiores. Nas amostras referentes aos sedimentos detríticos, a titanite foi observada em praticamente todas as amostras estudadas. Nas praias é abundante e arredondada. Nas ribeiras a titanite é igualmente abundante mas apresenta formas praticamente euédricas, em particular a sul do Maciço Ígneo de Monchique. As amostras dos afloramentos do Plio-Plistocénico também contêm titanite arredondada. As amostras correspondentes aos grauvaques do Paleozóico (Fm. Brejeira) são desprovidas de titanites. Nas amostras do Maciço Ígneo de Monchique foi observada uma grande quantidade de titanite muito angulosa e translúcida. Através das observações efectuadas foi possível concluir que a principal fonte de titanite para as ribeiras e praias do Algarve ocidental é o Maciço Ígneo de Monchique, revelando-se este mineral como um bom traçador sedimentar para estudos paleoambientais.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.1/5105
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