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dc.contributor.advisorMartins, Ana Teresa-
dc.contributor.advisorFaísca, Luís Filipe-
dc.contributor.authorMarto, Alexandra Inês Gil-
dc.date.accessioned2017-09-12T16:14:22Z-
dc.date.available2017-09-12T16:14:22Z-
dc.date.issued2016-12-16-
dc.date.submitted2016-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.1/9934-
dc.descriptionDissertação de mestrado, Psicologia Clínica e da Saúde, Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Universidade do Algarve, 2016-
dc.description.abstractEstudos recentes parecem indicar um papel importante das emoções na decisão moral. Estas inferências foram feitas por alguns investigadores que observaram que sujeitos sobre o efeito de stresse, cujo objetivo era causar variações emocionais, parecem resolver dilemas morais de forma menos utilitária. Ainda assim, existem resultados inconsistentes na literatura sobre este tema. A falta de consenso tem sido explicada através das variáveis interindividuais, como por exemplo, o efeito moderador da personalidade, normal ou patológica. Neste contexto, fomos avaliar as características de personalidade, de acordo com o modelo dos cinco fatores de personalidade – Big Five, de 11 participantes com os traços dominantes de neuroticismo; 17 participantes com amabilidade e 23 participantes com traços dominantes de conscienciosidade, que posteriormente foram distribuídos, de forma aleatória, por duas condições experimentais (grupo controlo vs. grupo stresse). Medidas fisiológicas e comportamentais foram recolhidas enquanto os participantes completavam uma tarefa de julgamento moral que envolvia dilemas hipotéticos. Os principais resultados sugerem que os participantes sob indução de stresse fazem menos julgamentos utilitários, sobretudo perante dilemas mais aversivos, parecendo também haver uma tendência para demorarem mais tempo a tomar uma decisão perante estes dilemas. Ao contrário dos grupos com traços dominantes de amabilidade e conscienciosidade, cujas respostas utilitárias são semelhantes entre condições experimentais, observámos que o grupo de participantes com traços dominantes de neuroticismo apresentava uma proporção superior de respostas não-utilitárias quando se encontravam sob stresse.pt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt_PT
dc.subjectJulgamento moralpt_PT
dc.subjectStressept_PT
dc.subjectTraços de personalidadept_PT
dc.titleO impacto do stresse no julgamento moral em grupos de sujeitos com diferentes traços de personalidadept_PT
dc.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.grantorUniversidade do Algarve, Faculdade de Ciências Humanas e Sociais-
thesis.degree.levelMestre-
thesis.degree.namePsicologia Clínica e da Saúdept_PT
dc.identifier.tid201707225pt_PT
dc.subject.fosDomínio/Área Científica::Ciências Sociais::Psicologiapt_PT
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