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dc.contributor.authorSaraiva, A. Arnaldo-
dc.contributor.authorNogueira, Carlos-
dc.date.accessioned2012-07-17T18:09:39Z-
dc.date.available2012-07-17T18:09:39Z-
dc.date.issued2001-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.1/1460-
dc.description.abstractO elevado grau de fluidez da quadra tradicional – que participa da mutabilidade e flexibilidade características de toda a literatura de transmissão oral – faz dela um espaço complexo, movediço e resistente a quadros taxinómicos rígidos ou definitivos. Partindo desse pressuposto, quisemos determinar neste artigo as principais linhas de instabilidade desta forma poética e os seus principais processos de edificação, nos planos estrutural e formal. Procurámos demonstrar que a quadra encerra uma força de conflito decorrente de uma dialéctica de abertura e de fechamento, relacionada com impulsos quer de condensação e fixação quer de intensificação ou derivação de sentidos.por
dc.language.isoporpor
dc.publisherCentro de Estudos Ataíde Oliveirapor
dc.rightsopenAccesspor
dc.titleQuadra tradicional: questões de estrutura e de formapor
dc.typearticlepor
degois.publication.issue7/8 (2001-2002)por
degois.publication.firstPage207por
degois.publication.lastPage229por
degois.publication.locationFaropor
degois.publication.titleE.L.O.: Estudos de Literatura Oralpor
dc.peerreviewednopor
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