Ferreira, ÓscarJoão, Leila Cristina Rodrigues2016-04-142016-04-142015-09-082015http://hdl.handle.net/10400.1/7991Dissertação de mestrado, Engenharia do Ambiente, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade do Algarve, 2015Apesar de as costas rochosas corresponderem a um dos tipos de ambiente costeiro mais frequente no mundo, o conhecimento sobre os seus processos evolutivos, nomeadamente das suas arribas, não é proporcional à sua importância. As arribas existentes ao longo da zona de estudo, enquadrada entre as praia de Santa Eulália e Olhos de Água, são genericamente talhadas em formações rochosas do miocénico e apresentam um recuo médio de 0,06 m/ano, mas com movimentos máximos que podem atingir os 3,60 m, no período de 60 anos em estudo. Embora as áreas de ocupação antrópica, em faixas junto à linha de costa, tenham tendência para respeitar os limites das faixas de proteção impostas pelo POOC, verifica-se que existem vários locais em risco potencial. A interseção da ocupação com as faixas de vulnerabilidade, permitiu estimar que a ocupação antrópica ameaçada por movimentos de massa com um período de retorno de 100 anos ascende a um valor de 38 milhões de euros.porEngenharia do ambienteZonas litoraisArribasDinâmicaOcupação antrópicaProteçãoDeterminação do risco costeiro em arribas, entre as praias de Santa Eulália e Olhos de Água, com recurso a SIG'smaster thesis201209420