Marques, Tânia SalesNeves, Djamila2021-08-232021-08-232021-052184-1411http://hdl.handle.net/10400.1/16876Nos últimos anos a ventilação mecânica não invasiva (VMNI) têm sido imprescindível no tratamento da insuficiência respiratória aguda (IRA),em particular no edema agudo do pulmão (EAP) e na doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC)2,3. Mais recentemente, estas técnicas têm ganho especial relevo no tratamento dos doentes com manifestações mais graves da infeção por SARS-COV-2. O recurso a este tipo de ventilação em contexto pré-hospitalar está a aumentar, levando a uma diminuição da taxa de intubação e a uma reduçãoda taxa de mortalidade3. Ao tratar a IRA os profissionais de saúde devem questionar-se sobre qual a forma de ventilação que irá proporcionar mais benefícios e, simultaneamente, menor risco para o doente. Não há dúvida de que a ventilação mecânica invasiva é frequentemente uma medida indispensável para salvar vidas, mas está também associada a riscos importantes de infeção e outras complicações que aumentam a mortalidade. A VMNI também acarreta riscos, sendo necessário saber quando e a quem instituir. Selecionar os dispositivos e interfaces, saber manipular e obter uma boa sincronia entre doente e ventilador são os principais aspetos para aumentar a eficácia terapêutica, maximizando o conforto e a estabilidade do doente.Para além disso, na Era atual da pandemia COVID-19, é imprescindível saber adaptar toda a prática clínica para garantir a segurança dos profissionais de saúde sem colocar em causa a saúde dos doentes. A VMNI é uma técnica que leva à dispersão de aerossóis, pelo que a sua instituição deverá ser reajustada para minimizar o risco 12,13.porVentilação mecânica não invasivapré-hospitalarinsuficiência respiratóriadispneiaSARS-COV-2PneumologiaVMERVentilação não invasiva (VNI) no pré-hospitalar em tempos de covid-19.Noninvasive ventilation (NIV) in prehospital care in the covid era.journal article