Martins, AnaBERNARDES, João PedroValente, Maria JoãoCarvalho, António Faustino2024-12-132024-12-13202410http://hdl.handle.net/10400.1/26476As investigações levadas a cabo no sítio romano da Boca do Rio, numa parceria entre a universidade do Algarve e a universidade alemã de Marburg, têm permitido conhecer muito melhor o sítio nos últimos anos, nomeadamente a domus e a área termal da frente marítima bem como a área produtiva que se estendia nas suas traseiras. Das sondagens da área termal, sobre a qual a Real Companhia das Pescarias do Algarve vai construir uns pavilhões no século XVIII, ainda existentes, identifi caram-se um conjunto de estruturas que possibilitam identifi car as diferentes partes do edifício romano das termas. Conjugando a posição relativa destas estruturas com os materiais datáveis, nomeadamente a terra sigillata, já é hoje possível ter uma ideia muito plausível de como o edifício teria evoluído. Apresenta-se o estudo dessas cerâmicas fi nas recolhidas nesta área e que constituem um dos indicadores mais fi dedignos para a evolução cronológica do conjunto deste sítio romano.porBoca do RioTerra sigillataEstratigrafiaÁrea termalA terra sigillata da zona termal da Boca do Rio: subsídio para o estudo da evolução cronológica sítioconference object10.34623/0bmf-p997