Matias, Maria Fernanda Ludovina InácioRebelo, Sandra2012-07-042012-07-042003658 REB*Est 1AUT: SRE01236;http://hdl.handle.net/10400.1/1391Dissertação de mest., Finanças Empresariais, Faculdade de Economia, Univ. do Algarve, 2003Este estudo pretende verificar se o ciclo de vida das empresas contribui para aumentar o poder explicativo do modelo financeiro da estrutura de capital. Além disso, analisa determinantes da estrutura de capital sugeridos pelas várias teorias que emergiram no último quarto do século passado, nomeadamente, a teoria do efeito fiscal, a teoria dos custos de falência, a teoria da agência e a teoria da informação assimétrica. O estudo incidiu sobre empresas de tecnologias de informação e baseou-se em dados recolhidos através de questionário. Utilizando a análise de clusters, para desenvolver uma taxonomia do ciclo de vida das empresas, e a análise de regressão linear múltipla, para avaliar o poder explicativo de cada determinante proposto para o estudo da estrutura de capital, verificou-se que: (i) as empresas da amostra encontram-se ou na fase de expansão ou na fase de maturidade; (ii) existe uma relação negativa entre o nível de endividamento e os determinantes crescimento e rendibilidade; (iii) as empresas mais jovens recorrem mais ao endividamento; (iv) o nível de endividamento depende directamente do valor colateral dos activos; (v) a dimensão, a poupança fiscal não associada ao endividamento, o risco e o ciclo de vida das empresas parecem não ser determinantes da estrutura de capital das empresas do sector das tecnologias de informação. A evidência reforça o poder explicativo da teoria da pecking order e refuta a possibilidade do ciclo de vida contribuir para as decisões de financiamento.porEstrutura de capitalDeterminantes da estrutura de capitalEndividamento totalCiclo de vida das empresasSector das tecnologias de informaçãoA estrutura de capital e o ciclo de vida das empresasmaster thesis