Martins, CarmindaSilva, Gonçalo Filipe Vieira Cardoso de Carvalho e2015-11-162015-11-1620132013http://hdl.handle.net/10400.1/7050Dissertação de mestrado, Ciências Farmacêuticas, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade do Algarve, 2013Nos últimos 15-20 anos assistiu-se a uma notória evolução do conhecimento sobre a Esclerose Múltipla e das possibilidades terapêuticas disponibilizadas, alterando completamente a anterior atitude de quase apenas observar a sua evolução. Neste trabalho identificam-se os vários fenótipos e os mecanismos celulares e moleculares que conduzem ao processo de inflamação crónica da Esclerose Múltipla. Hoje a terapêutica farmacológica da Esclerose Múltipla, encontra-se dirigida à prevenção de exacerbações pelo controlo da inflamação e reversibilidade das lesões características da doença. No entanto, ainda não existe nenhuma terapêutica com eficácia evidente para o tratamento da progressão da doença Assim, com a ambição de definir um tratamento mais eficiente vários imunomoduladores têm sido desenvolvidos, sobre os quais recairá alguma da atenção neste estudo. As opções terapêuticas melhoraram muito com a visão teórica actual sobre a fisiopatologia da Esclerose Múltipla, com ênfase na multiplicidade e heterogeneidade dos processos bioquímicos e celulares envolvidos. Deste modo, a contínua busca de novos tratamentos passará pela pesquisa de novos fármacos para a fase clínica Esclerose Múltipla Progressiva Primária, que passaria por uma futura terapêutica eficaz e no aumento da eficácia na Esclerose Múltipla Remitente Recidivante e Esclerose Múltipla Progressiva Secundária.porCiências farmacêuticasEsclerose múltiplaImunofarmacologiaInflamaçãoEsclerose múltipla - etiologia e tratamento de uma doença crónicamaster thesis202473449