Nunes, Maria Cristina de Oliveira SalgadoLuís, Céline Viegas Santos2016-05-092016-05-0920142014http://hdl.handle.net/10400.1/8181Dissertação de mestrado, Psicologia Clínica e da Saúde, Faculdade de Ciências Humanas e Sociais , Universidade do Algarve, 2014O presente estudo analisou a relação existente entre a competência parental percebida e o bem-estar infantil. Foram entrevistadas 31 mães, cujos filhos beneficiam de Processo de Promoção e Proteção na CPCJ de Loulé e residentes neste concelho. Foram utilizados um Questionário de dados sociodemográficos e familiares, a escala Parental Sense of Competence (PSOC) e a Escala de Bem-estar Infantil (EBI). As mães entrevistadas têm, em média, dois filhos, agregados familiares compostos por três pessoas, na sua maioria monoparentais. A maioria destas mulheres tem estudos primários incompletos e está desempregada. A qualificação profissional é tendencialmente baixa. No que respeita às experiências de vida a maioria das mães referem precariedade laboral, bem como precariedade económica, algum tipo de maltrato na idade adulta, problemas psicológicos e problemas judiciais. As famílias que não experienciaram o acolhimento de uma criança são, em média mais cuidadoras que as outras. Existe uma maior Disposição parental nas famílias de risco inferior. Futuros estudos, mais aprofundados, deverão contribuir para a reformulação e uniformização da atuação das CPCJ a nível nacional, permitindo assim um maior rigor e acuidade no serviço prestado.porPsicologia da saúdeFamíliasFatores de riscoCompetências parentaisSatisfaçãoEficáciaCriançasBem-estarA competência parental percebida e o bem-estar infantil em famílias acompanhadas pela Comissão de Protecção de Crianças e Jovensmaster thesis202360288