Jesus, Saul NevesCara-Linda, Inês2018-12-152018-12-1520112011http://hdl.handle.net/10400.1/12189Encontramo-nos numa época de mudança organizacional, num contexto de crise, num aumento do stress, da depressão, do desemprego e dos despedimentos. Os indivíduos afirmam-se cada vez mais descontentes com a vida e cada vez menos motivados profissionalmente. Torna-se então importante perceber o que realmente motiva as pessoas profissionalmente e quais as suas expectativas face ao futuro. Existem actualmente diversos os investimentos em formação que atingiram valores consideráveis, no entanto os resultados deste esforço não são considerados satisfatórios (Nunes & Neto, 1992). Com o mundo organizacional em constante mudança a formação dos indivíduos torna-se cada vez mais importante. O objectivo deste estudo é o de investigar a relação existente entre Motivação para o Trabalho, Motivação para a Formação e Optimismo. Pretendemos analisar em específico, a influência da Motivação para o Trabalho na Motivação para a Formação e por outro lado, pretendemos verificar a influência do Optimismo na Motivação para a Formação e na Motivação para o Trabalho, numa amostra constituída por 148 indivíduos. Os dados foram recolhidos através de um protocolo de investigação constituído por três escalas: Escala Multi-Factorial de Motivação no Trabalho criada Ferreira, Diogo, Ferreira & Valente (2006), o Questionário de Motivação para a Formação (QMF) do autor Philippe Carré, adaptado por Correia (2009) e a Escala Optimismo criada por Oliveira (1998). Os resultados indicam que existe uma relação entre a Motivação para o Trabalho, Optimismo e Motivação para a Formação.porMotivação para o trabalhoFormaçãoOptimismoMotivação para o trabalho e para a formaçãomaster thesis202227740