Ferré, Pere2013-10-032013-10-032011978-989-8139-89-4AUT: PFE01660;http://hdl.handle.net/10400.1/3011Coordenação de José Pedro Serra, Helena Carvalhão Buescu, Ariadne Nunes e Rui Carlos FonsecaAté à introdução da imprensa de caracteres móveis, e não só, a leitura em voz alta era a forma de ler. Assim era feita a transmissão de toda a literatura. Por isso, ler era dizer, e disso fica a marca clara do livro "que diz" ou do "autor que fala". Por isso, repito, ler era, entre outras coisas, ler em voz alta para um vasto auditório. Sim, porque o próprio teatro podia até não ser representado mas, simplesmente, lido em voz alta; e disso temos bons exemplos com a "Celestina" ou, em Portugal, com Gil Vicente, na "Comedia de Don Duardos".porRomanceiro e memóriabook part