Nogueira, Adriana2016-07-072016-07-072015-04-10AUT: ANO01054http://hdl.handle.net/10400.1/8499Na minha biblioteca tenho alguns livros de Herberto Helder (vários de Poesia Toda, que nunca é toda), um poeta que comecei a amar já tarde (já passava eu dos 30 anos), poeta preferido de algumas pessoas que me são muito queridas, que me ensinaram a descobri-lo e a lê-lo. Como pouco poderia acrescentar ao que tanto já foi dito e escrito aquando da sua recente morte, fica aqui uma seleção, pessoalíssima, da sua poesia.por"Só colaboro na minha morte", Herberto Helder (1930-2015)periodical