Carvalho, Rafael de SousaLeite, Thayná Gomes de MeloSales, José Albio Moreira2025-11-242025-11-242025http://hdl.handle.net/10400.1/27906Ao coligir elementos centrais neste estudo, apontamos, a priori, pequenas centelhas fundantes presentes em algumas das imagens produzidas pelo artista Siegbert Franklin1 (1957-2011). Nestas, colhemos como herança poética e conceitual. Para tanto, gostaríamos de evidenciar pequenas orientações e traços dessa composição assentada em texto. Entendemos o território da pesquisa em Artes Visuais como anômalo, notadamente a História da Arte com suas instâncias e entradas, vias sinalizadas e, sobretudo, seus desvios. Dizemos como quem olha um espelho e não se vê: nosso desígnio será mais próximo de uma ensaística, afinal não há vontade de verdade em nosso intento. Contudo, os vestígios miram situações aqui demarcadas como propósitos, a saber, a montagem como saber visual (Didi-Huberman, 2013), percebida em Siegbert Franklin como estímulo da presença arcaizante.porImpermanência prístina da imagem-serpentebook part10.34623/x4sb-4t82/978-85-7826-996-8/cap10