Fernandes, Joaquim SantanaJoão, Inês Custódio2017-09-252017-09-252017-01-232016http://hdl.handle.net/10400.1/10012Dissertação de mestrado, Fiscalidade, Escola Superior de Gestão, Hotelaria e Turismo, Universidade do Algarve, 2017A presente investigação tem como principais objetivos analisar as opções de mensuração de ativos não financeiros divulgados como ativos não correntes – com especial enfoque no justo valor, os fatores explicativos dessas opções, designadamente a influência do fator cultural (proxy país), e de que forma os investidores incorporam a informação do justo valor no preço das ações. O objeto de estudo é composto por 133 empresas (36 da Euronext Lisbon, 69 da Bolsa de Madrid e 28 da Irish Stock Exchange) com títulos cotados nas respetivas praças no período de 2007 a 2015 (inclusive). Os resultados obtidos revelam que 22% das entidades da amostra aplicam o justo valor, sendo as portuguesas as que mais o utilizam (37%), seguidas das irlandesas (21%) e, por fim, das espanholas (14%). O estudo indica que dos ativos em análise, os fixos tangíveis e as propriedades de investimento influenciam positivamente a opção pelo justo valor. Outros fatores como a crise financeira global, a pertença setorial (setores de consumo e materiais industriais e de construção) e nacional (Portugal e Irlanda) também são fatores explicativos dessa opção. Conclui-se ainda que o mercado acionista reage de forma negativa à aplicação do justo valor nos ativos intangíveis e nas propriedades de investimento.porJusto valorCusto históricoAtivos não financeirosEuronext LisbonBolsa de MadridIrish Stock ExchangeA opção pelo justo valor nas entidades com títulos cotados: caso de Portugal, Espanha e Irlandamaster thesis201711710