Mariano, Alexandra de Brito2013-09-302013-09-302007978-972-699-935-5AUT: AMA01388;http://hdl.handle.net/10400.1/2938É num contexto de profundas alterações políticas e sociais, em finais do século IV, que Egéria iniciará a sua peregrinação à Palestina. A viagem durará três anos o que, só por si, permite adivinhar o carácter determinado da autora, pois uma deslocação de tal envergadura exigiria a mobilização de meios consideráveis e envolveria, por certo, inúmeros riscos. Este trabalho pretende situar o Itinerarium Egeriae na tradição dos textos de peregrinação, realçar a sua possível ligação ao noroeste peninsular e, bem assim, destacar a sua riqueza linguística, literária e cultural. O relato egeriano, o primeiro testemunho de uma peregrinação ao Oriente que se conhece redigido por uma mulher, permite igualmente aferir as provações que a monja teve de suportar e compreender as motivações que a impeliram a empreender uma tão longa viagem.porPeregrinaçãoEgériaSéc. IVOcidente hispânicoIn eo quod amatur aut non laboratur aut et labor amatur: esforço e satisfação no Itinerarium de Egériajournal article