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Palynology of the Triassic - Jurassic of the Silves group in Portugal - its implications on a changing world

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Vilas-Boas,M._PhDThesis.pdf20.66 MBAdobe PDF Download

Abstract(s)

The biostratigraphy of the Lusitanian and Algarve basins is based on macrofossils and microfossils (foraminifers, nannofossils, and ostracods). Compared to these works, palynological studies are rare in these basins. Palynomorphs are a powerful biostratigraphic and paleoenvironmental tool, and their research could significantly contribute to the context of the two basins. In this project, the Upper Triassic and Lower Jurassic of the Lusitanian and Algarve basins were studied. In the Lusitanian Basin, twelve sections were sampled, all in Coimbra and Miranda do Corvo: Lamas I, Lamas II, Castelo Viegas I, Castelo Viegas II, IdealMed, Alto de São João, Parque de Campismo, Sobral Cid, Carvalhais, Redonda, Lordemão and Eiras. A total of 122 samples were collected in these sections and studied in detail. In the Algarve Basin, fifteen sections were sampled throughout the entire basin: Vale de Fuzeiros, Bengado, International Racetrack of Algarve, Marco, Loulé Rock Salt Mine, Santa Rita, Amorosa, Amado’s Beach, Rocha da Pena, Bodega, Barragem do Funcho, Santa Catarina Fonte do Bispo, Fonte da Pedra, Diapiro de Albufeira and Ayamonte. Full amount of 254 samples were collected in these sections and studied in detail. (...)
O intervalo de tempo na fronteira Triássico-Jurássico representa uma fase crítica na história da Terra, marcada por mudanças tectónicas e globais: (1) o inicio da fragmentação da Pangeia; (2) grandes quantidades de evaporitos são depositados em áreas extensas de plataformas continentais (por exemplo, Península Ibérica, Norte de África (Buratti and Cirilli, 2007); (3) o clima no Triássico Superior é um dos mais quentes da história da Terra; (4) deposição de “red beds” e (5) sem gelo nas altas paleolatitudes (Hochuli and Vigran, 2010) Este intervalo de tempo está associado a uma das crises bióticas mais severas da história da Terra, a Extinção do Final do Triássico, que causou mudanças na flora e fauna nos ecossistemas continentais, e grandes extinções nos organismos do reino marinho (Whiteside et al., 2007; Bonis et al., 2010; Lindström, 2016; Lindström et al., 2017a, 2017b). O evento de Extinção do Final do Triássico é marcado por mudanças rápidas e abruptas dos paleoambientes e paleoecossistemas, e uma severa perda taxonómica de cerca de 40-73%, sendo considerada a terceira crise biótica mais grave da história da Terra (Lindström et al., 2017b). Várias causas explicativas desta crise biótica foram propostas, como por exemplo, os efeitos provocados pelo magmatismo da Província Magmática do Atlântico Central (PMAC), que levaram à subida dos níveis do CO2 e do SO2 atmosféricos, causando um agravamento do efeito estufa e um aquecimento global generalizado. Porém, ainda não foi resolvido se as erupções ocorreram antes (Marzoli et al., 1999, 2008), durante ou depois da Transição Triássico Jurássico (Whiteside et al., 2007). Estudos palinológicos mostraram que o vulcanismo da PMAC começou antes da Transição Triássico Jurássico e, assim, corroboram a hipótese de que essas erupções muito possivelmente influenciaram a crise biótica deste limite (Marzoli et al., 2008; Cirilli et al., 2009; Cirilli, 2010).

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Palinologia Triássico Jurássico Bacia Lusitânica Bacia do Algarve Transição triássico-jurássico

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