Percorrer por autor "Afonso, Maria Alexandra"
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- Guia orientador para a análise das PSF à luz da fonologia não linearPublication . Fernandes, Ana Margarida; Marques, Carolina; Gonçalves, Filipa; Afonso, Maria Alexandra; Baptista, Ana Catarina; Rodrigues, SusanaAs crianças com Perturbações dos Sons da Fala (PSF) constituem um grupo heterogéneo, uma vez que diferem entre si quanto à idade, gravidade, etiologia, tipo de erros de fala, envolvimento de outros aspetos do sistema linguístico, desenvolvimento e resposta ao tratamento, o que acarreta dificuldades na classificação, que são acrescidas pela ausência de guidelines claras de diagnóstico para a identificação de crianças com PSF (Dodd, 2011). Ao longo do tempo, foram surgindo diversas propostas de classificação das PSF. Estas classificações têm em conta diferentes fatores, tais como a etiologia subjacente às alterações evidenciadas – classificação de Shriberg et al. (2017) –, o perfil linguístico apresentado pela criança – classificação de Dodd (2014) –, ou os níveis subjacentes de dificuldade – classificação de Bowen (2011) –, entre outras.
- Reabilitação de paralisia facial periférica unilateral em Guillain-Barré: estudo de casoPublication . Gonçalves, Rita; Veríssimo, Gonçalo; Afonso, Maria Alexandra; Malaia, LuísAs paralisias faciais podem ter uma multiplicidade de etiologias, contudo têm em comum o impacto negativo não só para as funções do sistema estomatognático, como também na autoimagem e expressão emocional. O presente artigo tem como objetivo a descrição de um estudo de caso relativo a uma paralisia facial periférica unilateral na sequência de Síndrome de Guillain-Barré. Pretende-se deste modo a partilha de experiência em termos de avaliação e intervenção neste tipo de alterações e a apresentação do respetivo resultado funcional. Ressalta-se, também, o importante papel da equipa interdisciplinar (composta por médico fisiatra, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional e equipa de enfermagem) enquanto catalisador para a evolução e na gestão de eventuais intercorrências. Salienta-se, ainda, a importância da integração do paciente enquanto membro da equipa de reabilitação, empoderando-o e responsabilizando-o pelo sucesso da intervenção.
