Percorrer por autor "Ceia, F."
A mostrar 1 - 2 de 2
Resultados por página
Opções de ordenação
- Polar marine biology science in Portugal and Spain: Recent advances and future perspectivesPublication . Xavier, J.; Barbosa, Ana B.; Agustí, S.; Alonso-Sáez, L.; Alvito, P.; Ameneiro, J.; Ávila, C.; Baeta, A.; Canário, J.; Carmona, R.; Catry, P.; Ceia, F.; Clark, M. S.; Cristobo, F. J.; Cruz, B.; Duarte, C. M.; Figuerola, B.; Gili, J.-M.; Gonçalves, A. R.; Gordillo, F. J. L.; Granadeiro, J. P.; Guerreiro, M.; Isla, Enrique; Jiménez, C.; López-González, P. J.; Lourenço, S.; Marques, J. C.; Moreira, E.; Mota, A. M.; Nogueira, M.; Núñez-Pons, L.; Orejas, C.; Paiva, V. H.; Palanques, A.; Pearson, G. A.; Pedrós-Alió, C.; Peña Cantero, T. L.; Power, Deborah; Ramos, J. A.; Rossi, S.; Serrão, EsterPolar marine ecosystems have global ecological and economic importance because of their unique biodiversity and their major role in climate processes and commercial fisheries, among others. Portugal and Spain have been highly active in a wide range of disciplines in marine biology of the Antarctic and the Arctic. The main aim of this paper is to provide a synopsis of some of the results and initiatives undertaken by Portuguese and Spanish polar teams within the field of marine sciences, particularly on benthic and pelagic biodiversity (species diversity and abundance, including microbial, molecular, physiological and chemical mechanisms in polar organisms), conservation and ecology of top predators (particularly penguins, albatrosses and seals), and pollutants and evolution of marine organisms associated with major issues such as climate change, ocean acidification and UV radiation effects. Both countries have focused their polar research more in the Antarctic than in the Arctic. Portugal and Spain should encourage research groups to continue increasing their collaborations with other countries and develop multi-disciplinary research projects, as well as to maintain highly activememberships within major organizations, such as the Scientific Committee for Antarctic Research (SCAR), the International Arctic Science Council (IASC) and the Association of Polar Early Career Scientists (APECS), and in international research projects.
- Vulnerabilidade das Ilhas-Barreira e dinâmica da Ria Formosa na óptica da gestãoPublication . Ceia, F.; Dias, João Manuel AlveirinhoO sistema de ilhas-barreira da Ria Formosa oferece excelentes condições a diversas actividades, das quais se podem salientar as turístico-balneares. Desde os anos 60 que essas actividades vêm sendo exercidas com grande intensidade, com a construção de infra-estruturas e cargas superiores ao limite de capacidade em algumas ilhas, sendo mais notável na chamada «Praia de Faro», na Península do Ancão. Há, porém, que atender à instabilidade que caracteriza este sistema, o qual impõe fortes condicionamentos à sua ocupação, uma vez que esta tende a localizar-se em zonas muito vulneráveis e de grande risco. Como a maioria dos sistemas deste tipo, a Ria Formosa apresenta um carácter extremamente dinâmico, com elevadas taxas de evolução das ilhas e barras. A ocorrência de temporais e a elevação do nível médio do mar são dos principais factores que conduzem a uma alta susceptibilidade a galgamentos oceânicos, neste sistema. É nas ilhas-barreira que ocorrem os maiores problemas de gestão do sistema. Com vários grupos de interesse envolvidos torna-se necessário manter uma gestão eficiente no sistema de ilhas-barreira. A intervenção é, actualmente, urgente, correndo-se o risco do sistema se perder de forma irreversível. Tal intervenção terá, necessariamente, de ser ampla e cautelosa. Para tal, esta terá que ser suportada e apoiada por uma sólida base de investigação cientifica, não menosprezando aspectos de carácter social, económico e ambiental. Podem destacar-se três técnicas de intervenção a serem adoptadas: intervenção rígida, intervenção suave e demolição de infra-estruturas.
