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Cantiga ao desafio e estetização da fala: natureza, modalidades, funções

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Propõe-se neste artigo uma teoria da cantiga ao desafio portuguesa quer no plano individual, enquanto acto criativo pessoal, quer no plano comunitário, equacionando o fenómeno como processo sociocultural. A interdisciplinaridade multivectorial do enfoque evidencia a complexidade de uma especificidade poético-musical que não se esgota em componentes técnico-literárias e musicais. Exercício lúdico-inventivo com muito de antropológico e sociológico, poesia em acção, o desafio concretiza-se como macropoema dialógico constituído por dois poemas orais individuais que se cruzam numa alternância de forças, tensões e distensões variáveis. A dimensão textual é a materialidade mais visível de uma orgânica que obedece a leis de improvisação em que participam elementos linguístico-literários (arte poética, gramática, retórica, estilística, temas e remas), mas também factores extratextuais com os quais os contendores interagem de forma muito estreita (a audiência e o aparato tecnológico que envolve algumas actuações, com vista à sua mediatização).

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