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O conceito de praça na cidade da Guarda entre a Idade Média e a Idade Moderna

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O presente artigo intitulado “O conceito de praça na cidade da Guarda entre a Idade Média e a Idade Moderna”, aborda, no âmbito da História do Urbanismo e da História da Arte, os diferentes conceitos (funções) de praça que existiram na cidade da Guarda nessas épocas. A análise morfológica das transformações urbanísticas da cidade da Guarda permitiu-nos apurar a existência de diferentes conceitos de praça, que acompanharam o crescimento urbano da cidade. Relacionadas com o crescimento urbano medieval da cidade surgem duas praças na Guarda: a praça de São Vicente e a praça de Santa Maria da Vitória ou do Mercado. Num primeiro momento de crescimento definem-se dois eixos que atravessam longitudinal e transversalmente a cidade medieval. Na intercepção desses dois eixos ergue-se a igreja de São Vicente onde, no seu largo, aparece a primeira praça que se caracteriza por ter as funções sobrepostas (rua, passagem, igreja, mercado). Já na praça de Santa Maria da Vitória ou do Mercado revela-se uma vontade de separação das funções urbanas ali desempenhadas, apesar da concentração na mesma área dos edifícios significativos (Paços do Concelho, Hospital, “Casa dos Contos”, igreja, mercado).

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