Percorrer por autor "Batista, Joana"
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- Gelidium corneum and its solid by-product from agar extraction are sources of high-value and sustainable lipidsPublication . Batista, Joana; Lopes, Diana; Neves, Bruna B.; Pais, Ana Rita; Pinho, Marisa; Moreira, Ana S. P.; Conde, Tiago; Bonciarelli, Stefano; Goracci, Laura; Dias, João; Aguiar, André; Domingues, Pedro; Pereira, Hugo; Domingues, Maria Rosário; Melo, TâniaThe red alga Gelidium corneum is commonly harvested for agar extraction, producing significant biomass residue that remains underutilized. Gelidium corneum and its residue represent promising sources of high-value compounds, including lipid ingredients, encompassing omega-3 and omega-6 polyunsaturated fatty acids, with potential applications in foods and cosmetics. Algae lipids are quite diverse and complex, however the lipidome of G. corneum and its residue, along with their bioactive potential, remain largely unexplored. This study characterized the lipid signatures of G. corneum and its residue after agar extraction using reversed-phase liquid chromatography-tandem mass spectrometry (C18-RP-HPLC-MS/MS) and gas chromatography-mass spectrometry (GC-MS) for esterified fatty acids (FAs) profiling. Despite low lipid content (<1% dry weight), G. corneum exhibited a higher glycolipid content, while the residue was richer in phospholipids and triacylglycerols. Nine FAs were identified, with FA 20:4 n-6 and FA 20:5 n-3 more abundant in G. corneum, and FA 18:1 n-9 and FA 18:2 n-6 in the residue, highlighting their nutritional and functional values. Their lipid profile comprised more than 400 lipid molecular species, following the trend of more glycolipids in G. corneum and phospholipids in the residue. Complex lipids with bioactive properties were identified in both matrices, expanding our knowledge of the lipid signature of this seaweed. Gelidium corneum lipids showed higher antioxidant scavenging activity and great anti-inflammatory potential by inhibiting cyclooxygenase-2 activity. Although neither matrix inhibited α-amylase, residue lipids effectively inhibited α-glucosidase activity. These findings emphasize G. corneum and its residue as sources of high-value lipids for sustainable biotechnological applications, including foods, nutraceuticals and cosmetics.
- O microfitoplâncton e possível interferência no crescimento da dourada (Sparus aurata, Linnaeus, 1758) em tanques de aquacultura semi-intensivaPublication . Batista, Joana; Andrade, José Pedro; Pereira, JoséEste trabalho teve como objectivos principais a análise do crescimento da dourada em dois tanques com áreas e estratégias de produção distintas e localizados em zonas diferentes do estuário do Sado, bem como a análise de uma interacção entre o crescimento da dourada e assembleias fitoplanctónicas presentes nos tanques. Este estudo decorreu entre Novembro de 2006 e Agosto de 2007, em duas aquaculturas semi-intensivas de dourada (Sparus aurata), localizadas no estuário do Sado. As recolhas para análise de microfitoplâncton e variáveis físico-químicas realizaram-se na última maré morta e maré viva de cada mês. As amostras foram recolhidas dentro dos tanques e no estuário, na zona de captação de água. Para o estudo do crescimento da dourada realizaram-se 4 amostras por tanque onde se capturaram e pesaram 100 indivíduos. Verificou-se que as estratégias de produção de dourada são diferentes nos dois tanques, sendo que em “Musgos” se baseia mais no equilíbrio com o ecossistema, apresentando taxas de crescimento da dourada mais baixas e mais constante sempre acompanhada de uma produtividade microfitoplanctónica. No entanto em “Outro Mar” existe uma maior manipulação do sistema, levando a maiores taxas de crescimento da dourada, mas a uma fraca abundância microfitoplanctónica dentro do tanque. Não se verificaram diferenças na abundância microfitoplanctónica entre os braços do estuário. No entanto, na análise realizada dentro dos tanques observaram-se diferenças significativas entre os dois tanques. Verificou-se, ainda que existe uma relação entre as taxas de crescimento da dourada e as taxas de crescimento de microfitoplâncton no tanque em “Musgos”. Assim, o microfitoplâncton pode ser visto como um indicador de qualidade de água para o crescimento da dourada. Este estudo reforça a ideia de que os tanques de aquacultura não libertam no meio receptor excesso de nutrientes em excesso, mas sim organismos vivos que vão contribuir para a teia trófica desse meio receptor, uma vez que o microfitoplâncton será depois consumido por zooplâncton que, por sua vez, servirá de alimento aos peixes.
