Percorrer por autor "Neves, Mariana"
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- Aprender com os conhecimentos e as experiências das criançasPublication . Coelho, Adriana; Paretskaya, Anna; Tavares, Andreia; Monho, Andreia; Lucas, Cássia; Fernandes, Catarina; Palma, Inês; Gomes, Mafalda; Arvela, Margarida; Pereira, Margarida; Neves, Mariana; Rosário, Marta; Brito, Nadine; Rocha, Rute; Costa, Sara; Pereira, Vera; Gil, Francisco Baptista; Rocha, Rute; Fernandes, CatarinaCerta vez, perguntei a uma criança: "Qual é a forma da Terra?" Ela respondeu: "Na sala de aula, por causa da professora, digo que a Terra é redonda. Mas quando vou de viagem, o carro nunca faz uma curva para cima e para baixo!" Este aparente paradoxo foi o ponto de partida para a elaboração deste livro, intitulado «Aprender com os conhecimentos e as experiências das crianças». A resposta espontânea da criança revela uma realidade com a qual nos deparamos frequentemente: a convivência simultânea de duas conceções distintas no pensamento infantil — uma de natureza escolarizada e outra de base experiencial. A conceção escolarizada surge do que é ensinado formalmente na escola — o conhecimento “correto” do ponto de vista científico-escolar. Já a conceção experiencial está enraizada nas observações e vivências do quotidiano. Assim, uma criança pode afirmar, em contexto escolar, que a Terra é redonda, mas, fora desse ambiente, perceber o mundo como plano, com base na experiência concreta de se deslocar de carro, sem "curvas para cima ou para baixo". Esse tipo de raciocínio evidencia a importância de reconhecer, escutar e compreender o conhecimento que as crianças já possuem, antes mesmo da intervenção educativa. Como futuras professoras e educadoras, defendemos que é essencial antecipar essas ideias prévias e orientar as crianças no processo de (re)construção do conhecimento, de forma significativa e integrada com as suas experiências diárias
- Drying method matters: Differential preservation of lipids, pigments, and carbohydrates in edible macroalgae Fucus vesiculosus, Gracilaria sp., and Ulva sp.Publication . Neves, Mariana; Moreira, Ana S.P.; Conde, Tiago; Lopes, Diana; Metzner, Beatriz; Martins, Inês; Oliveira, Kayane; Ferreira, Andreia S.; Nunes, Cláudia; Coimbra, Manuel A.; Cardoso, Maria Helena; Ramos, Ana; Pereira, Hugo; Caria Mendes, Madalena; Oliveira, Inês; Martins, Margarida; Domingues, M. RosárioMarine macroalgae are increasingly recognized as sustainable sources for food, feed, and functional applications. Drying is widely used to stabilize biomass and preserve nutrients and bioactive compounds. Freeze-drying (FD) effectively preserves sensitive compounds, but high cost and energy demand limit scalability. Therefore, this study evaluated air-tunnel drying (ATD; 25 ◦C) and solar drying (SD; 40 ◦C) as alternative methods for preserving lipid, fatty acid (FA), pigment, and carbohydrate composition of edible Fucus vesiculosus, Gracilaria sp., and Ulva sp., using FD as a reference. In most cases, ATD preserved lipid and carbohydrate contents comparable to FD. In Ulva sp., ATD promoted hydrolytic FA release, increasing free FA, while ulvan polysaccharides remained stable across drying methods. F. vesiculosus exhibited high stability, maintaining lipid content, FA composition, and pigment levels under all conditions. SD induced species-dependent alterations, including reductions in lipid content, polyunsaturated FA, and pigment levels in Gracilaria sp. and Ulva sp. Although F. vesiculosus poly saccharides remained largely unchanged, a potential increase in fucoidans was observed under SD, suggesting a stress-induced response. SD also decreased galactose and sulphate esters contents in Gracilaria sp. These findings support the selection of drying strategies according to species, target compounds and applications to optimize biomass quality.
