Percorrer por autor "Pratas, Ana"
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- Abordagem da via aérea em ambiente pré-hospitalarPublication . Morais, Larissa; Pratas, AnaO controlo e eventual abordagem da via aérea é a primeira premissa na avaliação do doente crítico, assumindo um papel primordial. A sua gestão em contexto pré-hospitalar é limitada pela prática e educação do responsável, assim como pelos recursos disponíveis. Existem diversos dispositivos para assegurar a via aérea que devem ser adaptados a cada situação específica. Estudos demonstram que a taxa de sucesso da intubação. orotraqueal é superior quando é realizada por um médico em comparação com pessoal nãomédico. Na tentativa de amenizar as consequências da falta de experiência de muitos dos intervenientes no ambiente no pré-hospitalar, tem se vindo a extrapolar, dos estudos efetuados para o ambiente hospitalar, o uso de videolaringoscopia na emergência pré-hospitalar. De qualquer forma, a primeira tentativa de intubação deve ser sempre realizada nas melhores condições possíveis, visto que uma tentativa falhada pode condicionar um aumento de morbimortalidade. Salienta-se a necessidade da existência de equipas experientes, uma vez que a via aérea adequada em contexto pré-hospitalar será sempre aquela com que o prestador de cuidados se sinta mais à vontade, pois uma intervenção desmedida poderá ter consequências catastróficas.
- A fauna malacológica do vicus maritimus do Cerro da Vila (Vilamoura, Loulé )Publication . Pratas, Ana; Henriques, Filipe; Valente, Maria João; Cravalho, António FaustinoO estudo da coleção malacológica do vicus maritimus Cerro da Vila, aferiu que, entre o séc. I e meados do II d.C., a atividade económica dos complexos industriais centrou-se essencialmente no processamento de ostrasredondas e amêijoas-boas. O modelo produtivo alterou-se substancialmente a partir do reinado de Antoninus Pius, registando-se a remodelação do tecido industrial e fabrico de um novo alimento marinho confecionado com berbigão. Apurou-se que o valor residual de gastrópodes atestado no Cerro da Vila, deve-se a capturas ocasionais para consumo alimentar e não para a manufatura de purpurae. A pesca aliada à produção de preparados piscícolas permitiu fixar população e recursos económicos, transformando o modesto núcleo haliêutico num dos entrepostos comerciais secundários mais importantes do centro sul lusitano.
