Percorrer por autor "Pratas, Ana"
A mostrar 1 - 3 de 3
Resultados por página
Opções de ordenação
- Abordagem da via aérea em ambiente pré-hospitalarPublication . Morais, Larissa; Pratas, AnaO controlo e eventual abordagem da via aérea é a primeira premissa na avaliação do doente crítico, assumindo um papel primordial. A sua gestão em contexto pré-hospitalar é limitada pela prática e educação do responsável, assim como pelos recursos disponíveis. Existem diversos dispositivos para assegurar a via aérea que devem ser adaptados a cada situação específica. Estudos demonstram que a taxa de sucesso da intubação. orotraqueal é superior quando é realizada por um médico em comparação com pessoal nãomédico. Na tentativa de amenizar as consequências da falta de experiência de muitos dos intervenientes no ambiente no pré-hospitalar, tem se vindo a extrapolar, dos estudos efetuados para o ambiente hospitalar, o uso de videolaringoscopia na emergência pré-hospitalar. De qualquer forma, a primeira tentativa de intubação deve ser sempre realizada nas melhores condições possíveis, visto que uma tentativa falhada pode condicionar um aumento de morbimortalidade. Salienta-se a necessidade da existência de equipas experientes, uma vez que a via aérea adequada em contexto pré-hospitalar será sempre aquela com que o prestador de cuidados se sinta mais à vontade, pois uma intervenção desmedida poderá ter consequências catastróficas.
- Animal husbandry and hunting in the Roman vicus maritimus of Cerro da Vila (Southern Portugal): insights into the coastal economy of LusitaniaPublication . Pratas, Ana; Valente, Maria JoãoThis study presents a zooarchaeological analysis of the vertebrate faunal assemblage from the Roman vicus maritimus of Cerro da Vila, southern Lusitania (modern Algarve, Portugal), with occupation spanning the 1st to 5th centuries CE. The site functioned as a diversified coastal hub integrating intensive fish-processing, agricultural production, and maritime trade, yet the role of animal exploitation in sustaining this economy has hitherto remained poorly understood. Given the limited stratigraphic resolution of the excavation records, the assemblage was treated as a whole, and the patterns discussed reflect long-term, diachronic trends rather than discrete subperiod practices. The analysis reveals an assemblage dominated by domestic mammals, particularly swine and caprines (sheep and goats), whose age-at-death profiles and skeletal element distributions may be consistent with structured husbandry strategies oriented towards both primary meat production and the procurement of secondary products, notably wool and milk. The presence of chicken, red deer, and rabbit points to dietary diversity and to the complementary role of hunting within local subsistence practices, while biometric data fall within ranges documented for Roman-period assemblages elsewhere in southern Lusitania. The recovery of remains of Egyptian mongoose suggests the introduction of a non-native species, pointing to interprovincial exchange of biological material under Roman rule. Taken together, the faunal evidence indicates that Cerro da Vila combined livestock husbandry and marine resource exploitation while also participating in broader Mediterranean trade networks, thus shedding light on the economic organisation and interprovincial connectivity that characterised Roman coastal settlements in Lusitania.
- A fauna malacológica do vicus maritimus do Cerro da Vila (Vilamoura, Loulé )Publication . Pratas, Ana; Henriques, Filipe; Valente, Maria João; Cravalho, António FaustinoO estudo da coleção malacológica do vicus maritimus Cerro da Vila, aferiu que, entre o séc. I e meados do II d.C., a atividade económica dos complexos industriais centrou-se essencialmente no processamento de ostrasredondas e amêijoas-boas. O modelo produtivo alterou-se substancialmente a partir do reinado de Antoninus Pius, registando-se a remodelação do tecido industrial e fabrico de um novo alimento marinho confecionado com berbigão. Apurou-se que o valor residual de gastrópodes atestado no Cerro da Vila, deve-se a capturas ocasionais para consumo alimentar e não para a manufatura de purpurae. A pesca aliada à produção de preparados piscícolas permitiu fixar população e recursos económicos, transformando o modesto núcleo haliêutico num dos entrepostos comerciais secundários mais importantes do centro sul lusitano.
