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- Etnomatemática como prática de ensino: perspetivas de alunos do 2º ciclo do ensino básico da cidade de OlhãoPublication . Graça, Sofia Isabel Andrade; Guerreiro, AntónioO presente relatório é o trabalho final da unidade curricular Prática de Ensino Supervisionada, que integra o curso de mestrado em Ensino do 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico, e apresenta uma reflexão, acompanhada de uma atitude crítica, sobre o meu percurso formativo ao longo desta etapa, com especial incidência na questão da relação com os supervisores e os alunos e nas aprendizagens que realizei, a nível técnico, científico e pedagógico, que constituem uma base para o meu futuro pessoal e profissional. Integra ainda este relatório uma parte de investigação, que decorreu ao longo da Prática de Ensino Supervisionada, com recolha, análise e interpretação de dados. Este estudo, que contou com uma metodologia mista, envolvendo as vertentes qualitativa e quantitativa, pretende investigar quais as conceções de alunos do 6.º ano de escolaridade sobre a integração da matemática em atividades sociais e profissionais e perspetivar a importância dessas conceções na construção de identidades sociais e na aprendizagem da matemática. Tendo por base uma perspetiva etnomatemática, o quadro teórico que sustentou o presente estudo é constituído, fundamentalmente, pelos trabalhos de Ubiratan D’Ambrósio e Paulus Gerdes, que perspetivam a Etnomatemática como uma intervenção pedagógica alternativa para o ensino da matemática, tendo especial enfoque nas aprendizagens realizadas pelos alunos fora do ambiente escolar, isto é, adquiridas culturalmente. A análise dos dados evidencia a existência de uma forte relação entre as conceções dos alunos, construídas socialmente, colocando em destaque o forte papel da cultura e a aprendizagem da matemática. Torna-se necessário que o professor aceda a estas conceções prévias, por vezes tão erradas, no sentido de as desconstruir e planificar a sua prática letiva através de tarefas culturalmente adequadas, onde os alunos sintam que os seus conhecimentos são valorizados, gerando ambientes de aprendizagem que integrem todos os alunos, sendo, por essa razão, mais ricos e estimulantes.
- O desenvolvimento da consciência fonológica em crianças de 3 e 4 anos: a utilização de um instrumento didáticoPublication . Cavaco, Beatriz da Silva; Horta, Maria Helena Martins da CruzO Relatório de investigação de Prática de Ensino Supervisionada (PES) intitula-se «O desenvolvimento da consciência fonológica em crianças de 3 e 4 anos: a utilização de um instrumento didático» e foi realizado no âmbito da unidade curricular de PES, no ano letivo de 2014/2015. A investigação foi realizada num jardim de infância privado, em Faro, em que nos foi percetível a necessidade que as crianças tinham de ser estimuladas ao nível da consciência fonológica. A consciência fonológica é a capacidade de conseguirmos identificar, gerar e manipular as unidades do oral. As crianças têm a capacidade de isolar a palavra e têm a capacidade de identificar as suas unidades fonológicas, ou seja, é a «expressão da sua consciência fonológica» (Freitas, Alves e Costa, 2007, p. 9). Face à realidade por nós analisada, colocaram-se-nos as seguintes questões de pesquisa: «Qual o nível de consciência fonológica das crianças em estudo, testado através da aplicação de subtestes (adaptados de Sim-Sim, 2006)?» e «Será que através da utilização de um instrumento didático específico poderemos contribuir para o desenvolvimento da consciência fonológica das crianças de 3 e 4 anos?». A partir das questões de pesquisa definimos como objetivos do estudo: avaliar o desenvolvimento da consciência fonológica em crianças de 3 e 4 anos com base em subtestes adaptados à população portuguesa (Sim-Sim, 2006) e, após a sua avaliação, estimular o desenvolvimento da consciência fonológica através de um instrumento didático construído para o efeito. Este estudo assume um carácter descritivo e experimental, em que se privilegia uma metodologia quantitativa pela pontuação atribuída às respostas verbais das crianças. Os principais resultados obtidos evidenciam que todas as crianças evoluíram nos resultados desde a 1ª à 3.ª aplicação do subteste de definição verbal. Através da utilização do instrumento didático, podemos concluir que as crianças melhoraram a sua pontuação relativa ao desenvolvimento da consciência fonológica.
- Revisiting in vivo staining with alizarin red S - a valuable approach to analyse zebrafish skeletal mineralization during development and regenerationPublication . Bensimon-Brito, A.; Cardeira Da Silva, João; Dionísio, Gisela; Huysseune, Ann; Cancela, Leonor; Witten, PaulBackground The correct evaluation of mineralization is fundamental for the study of skeletal development, maintenance, and regeneration. Current methods to visualize mineralized tissue in zebrafish rely on: 1) fixed specimens; 2) radiographic and μCT techniques, that are ultimately limited in resolution; or 3) vital stains with fluorochromes that are indistinguishable from the signal of green fluorescent protein (GFP)-labelled cells. Alizarin compounds, either in the form of alizarin red S (ARS) or alizarin complexone (ALC), have long been used to stain the mineralized skeleton in fixed specimens from all vertebrate groups. Recent works have used ARS vital staining in zebrafish and medaka, yet not based on consistent protocols. There is a fundamental concern on whether ARS vital staining, achieved by adding ARS to the water, can affect bone formation in juvenile and adult zebrafish, as ARS has been shown to inhibit skeletal growth and mineralization in mammals. Results Here we present a protocol for vital staining of mineralized structures in zebrafish with a low ARS concentration that does not affect bone mineralization, even after repetitive ARS staining events, as confirmed by careful imaging under fluorescent light. Early and late stages of bone development are equally unaffected by this vital staining protocol. From all tested concentrations, 0.01 % ARS yielded correct detection of bone calcium deposits without inducing additional stress to fish. Conclusions The proposed ARS vital staining protocol can be combined with GFP fluorescence associated with skeletal tissues and thus represents a powerful tool for in vivo monitoring of mineralized structures. We provide examples from wild type and transgenic GFP-expressing zebrafish, for endoskeletal development and dermal fin ray regeneration.