Browsing by Issue Date, starting with "2019-07-22"
Now showing 1 - 2 of 2
Results Per Page
Sort Options
- "Estudar onde é bom viver" Avaliação do bem-estar subjetivo e qualidade de vida dos alunos de nacionalidade brasileira a frequentar a Universidade do AlgarvePublication . Dourado, João Luís Santos; Pereira, Luís Nobre; Brás, MariaEsta investigação tem como objetivo medir os níveis de bem-estar subjetivo e de qualidade de vida dos estudantes de nacionalidade brasileira que estudam na Universidade do Algarve (UAlg). Para verificar se a UAlg é um bom sítio para estudar e se Faro é uma boa cidade para viver. Para além disso, pretende-se testar se os estudantes que consideram a UAlg um bom estabelecimento de ensino superior para estudar e Faro um bom local para viver apresentavam maiores níveis de bem-estar subjetivo e de qualidade de vida comparativamente aos alunos que não consideram. Para este efeito serão utilizadas a Escala de Bem-Estar Subjetivo (EBES) e a versão em Português de Portugal do instrumento abreviado de avaliação da Qualidade de Vida da Organização Mundial de Saúde (WHOQOL-Bref). Estas escalas foram aplicadas num inquérito por questionário, através de entrevista eletrónica a uma amostra de 102 estudantes de nacionalidade brasileira. Os resultados dos inquéritos por questionário são tratados recorrendo a análise estatística univariada, coeficientes de correlação e testes não-paramétricos, tais como os testes U de Mann-Whitney, H de Kruskal-Wallis e Qui-quadrado. Verifica-se que mais de 80% dos alunos afirmaram considerar Faro um bom sítio para viver e a UAlg um bom sítio para estudar. A média mais elevada dos fatores da escala EBES foi a dos afetos positivos. Por sua vez, a média mais elevada dos domínios da escala WHOQOL foi a do domínio físico, seguido do domínio meio ambiente. Os resultados dos testes estatísticos indicam que os estudantes brasileiros que consideram a Universidade do Algarve um bom sítio para estudar e Faro um bom local para viver apresentam níveis significativamente mais elevados de qualidade de vida (especialmente no domínio físico, das relações ambientais e no domínio das relações pessoais) e de bem-estar subjetivo (especialmente nos afetos positivos), do que os restantes. Assim sendo, conclui-se que os alunos consideram Faro um bom sítio para viver e a UAlg um bom sítio para estudar, ou seja, verifica-se que de facto o slogan espelha a realidade, pelo que não existe necessidade de alteração.
- Aplicação da deteção remota na monitorização do desmatamento da floresta do Maiombe (Cabinda - Angola)Publication . Gomes, Canga Paula da Silva; Martins, Fernando; Fernandez, HelenaO desmatamento constitui um dos problemas mais graves da atualidade, que compromete o equilíbrio do planeta. Entre 1990 a 2010 assistiu-se a uma perda anual de biomassa elevada, sendo África a parte do globo onde se registou o maior desequilíbrio na taxa de desmatamento/reflorestação. O uso da lenha e do carvão de forma não regulada, as queimadas anárquicas e a agricultura itinerante são os principais fatores de natureza económica e social, que contribuem para o desmatamento das florestas em Angola. Uma das florestas que mais tem sido fustigada por este fenómeno é a floresta húmida de Maiombe, que pertence à República de Angola, República Democrática do Congo, República do Congo e República do Gabão. Vários programas de conservação da floresta têm vindo a ser implementados e em 2009 foi criada a área de conservação transfronteiriça de Maiombe. Este estudo visa conhecer a evolução do desmatamento da floresta do Maiombe, na província de Cabinda (Angola) no período de 1986 a 2015 e a evolução do sequestro de carbono no período de 2002 a 2015. Para tal, foram utilizadas imagens de satélite Landsat e MODIS para calcular, o índice de Vegetação da Diferença Normalizada, o Índice de Vegetação Fotossintético, CO2flux e a Produção Primária Bruta.