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- Uso do Hypericum perforatum L. no tratamento da depressãoPublication . Lindquist, Márcia Odete Rodrigues Rabello; Ramalhinho, Isabel Maria Pires Sebastião; Miguel, Maria GraçaA depressão é um importante problema à nível mundial sendo crescente o número de indivíduos afetados por esta patologia. É caracterizada por sentimentos persistentes de tristeza, perda de interesse ou prazer nas atividades, alterações no apetite e nos padrões de sono, fadiga, dificuldade de concentração e uma série de sintomas físicos e psicológicos. A sua fisiopatologia não está completamente esclarecida e a sua terapêutica baseia-se no uso de fármacos antidepressivos de síntese, porém estes estão associados a vários efeitos secundários que pode levar à não adesão ou descontinuação do tratamento. Dadas essas limitações e o crescente interesse em abordagens holísticas e centradas no doente, há uma necessidade crescente de explorar opções alternativas de tratamento para a depressão. A medicina complementar e alternativa abrange uma variedade de terapias, práticas e medicamentos à base de plantas que são usados juntamente ou em substituição de tratamentos convencionais. O Hypericum perforatum L, emergiu como um dos medicamentos à base de plantas mais conhecidos e extensivamente estudados para a depressão. Esta planta contém vários compostos bioativos, incluindo hipericina e hiperforina, que se acredita contribuírem para as suas propriedades antidepressivas. O uso do Hypericum perforatum L no tratamento da depressão ganhou atenção considerável e tem sido objeto de numerosos estudos pré-clínicos e clínicos. Enquanto alguns estudos relataram resultados positivos, demonstrando a eficácia na redução dos sintomas depressivos, outros produziram resultados mistos ou não mostraram diferença significativa em comparação com o placebo. Assim, é necessária uma avaliação global, uma avaliação abrangente das evidências existentes para determinar a eficácia, a efetividade e a segurança do Hypericum perforatum L como tratamento complementar para a depressão.
- Effects of light quality and intensity on growth and bromoform content of the red seaweed Asparagopsis taxiformisPublication . Gonçalves Torres, Raquel; Campos, Ana Margarida; Goldman, Jacob; Barrote, Isabel; Mata, Leonardo; Silva, JoãoSpecies of the genus Asparagopsis are rich in halogenated bioactive compounds, particularly bromoform. Its use as a feed additive in ruminant livestock drastically decreases the animal’s methane production, thereby reducing the industry’s environmental impact. Addressing the high demand for Asparagopsis biomass requires the understanding of the culture conditions that promote higher growth rates and bromoform content. Here we evaluated how different light quality combinations (High-Blue:Red, Medium Blue:Red, High-Blue:Green:Red, and White) and four light intensities (30, 60, 90 and 120 μmol photons m−2 s −1) affect the growth and bromoform content of the Asparagopsis taxiformis tetrasporophyte in indoor tumbling cultures at two biomass densities. We also assessed the effect of light intensity on the photosynthetic response by measuring oxygen evolution rates. Light spectra containing intermediate wavelengths promoted higher growth, regardless of biomass density. Of the different light qualities tested, white light promoted the highest bromoform content. Increasing light intensity led to a positive response in A. taxiformis growth. However, the photosynthetic parameters estimated showed that the two higher light intensity treatments were above the saturation irradiance, for both culture densities. This, along with the observed development of contamination, suggests that long-term cultures of A. taxiformis should be maintained at light intensities no higher than 60 μmol photons m−2 s −1. In addition, we found that exposing cultures to higher irradiances does not guarantee a bromoform-richer biomass. These results offer valuable insights for optimizing biomass and bioactive compound production in indoor cultures of the Asparagopsis genus.
