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- Quatrocentos anos de percursos da pré-história em Portugal e seus principais protagonistasPublication . Cardoso, João LuisÍNDICE GERAL ISALTINO MORAIS - Apresentação LUIZ OOSTERBEEK - Prefácio I. Coleccionadores de fósseis: os dentes de tubarão miocénicos das estações pré‑históricas portuguesas II. O mais antigo registo conhecido da escavação de uma estação pré‑histórica em Portugal. São Torpes e a sua sepultura da foz da ribeira da Junqueira (Sines) III. Os estudos arqueológicos na Academia Real da História Portugueza IV. Em busca das nossas origens pré‑históricas: uma resenha da Historiografia portuguesa V. Primórdios dos estudos pré-históricos em Portugal: Os concheiros mesolíticos de Muge (Salvaterra de Magos) e a Memória pioneira de Francisco António Pereira da Costa sobre o concheiro do Cabeço da Arruda VI. Báculos e placas de xisto: os primórdios da sua investigação VII. Carlos Ribeiro (1813‑1882), a segunda parte da “Descripção do solo quaternário das bacias hydrographicas dos rios Tejo e Sado”, o “Homem terciário” e os concheiros mesolíticos do vale do Tejo VIII. Carlos Ribeiro e Oeiras. Razões de uma Homenagem IX. Joaquim Filipe Nery Delgado (1835‑1908), arqueólogo X. A primeira escavação arqueológica metodologicamente moderna foi realizada em Portugal em 1879/1880: a intervenção de Nery Delgado na gruta da Casa da Moura (Óbidos, Portugal) XI. Frederico de Vasconcelos Pereira Cabral, pioneiro da Geologia do Quaternário e da Pré‑história portuguesas XII. As explorações arqueológicas realizadas em Monte Real (Leiria em 1865 por Frederico Augusto de Vasconcelos Pereira Cabral ou a história de uma placa de xisto gravada pré‑histórica XIII. A investigação da antiguidade do Homem no Portugal de Oitocentos: um contributo para a História da Ciência XIV. Nos 190 anos do nascimento de Sebastião Philippes Martins Estácio da Veiga (1828‑1891) XV. José Leite de Vasconcelos (1858‑1941): o médico, o humanista e o homem XVI. António dos Santos Rocha, arqueólogo e pré‑historiador XVII. Francisco Tavares de Proença Júnior (1883‑1916) no quadro da Arqueologia portuguesa do início do século XX XVIII. António Inácio Marques da Costa (1857‑1933), Setúbal, Tróia e a Arrábida: percursos de um pioneiro dos estudos arqueológicos regionais em Portugal vistos pela correspondência enviada a José Leite de Vasconcelos XIX. Manuel Vieira Natividade (1860‑1918) e a Arqueologia de Alcobaça no centenário do seu nascimento XX. Joaquim Fontes, primórdios de um arqueólogo XXI. Arqueólogos portugueses nas Astúrias nos inícios do Século XX XXII. Olhares pioneiros: a obra arqueológica de Aristides de Amorim Girão XXIII. O Professor Mendes Corrêa e a Arqueologia portuguesa: breve síntese XXIV. O Professor Mendes Corrêa (1888‑1960) e as investigações sobre o Homo afer taganus dos concheiros mesolíticos de Muge XXV. A defesa do Património Arqueológico em confronto na segunda década do século XX: o caso do dólmen de Pedralta (Côta, Viseu) XXVI. Manuel Heleno, arqueólogo: nos 50 anos da sua última lição XXVII. Abel Viana (1896‑1964): uma vida de arqueólogo XXVIII. Afonso do Paço, Eugénio Jalhay e as escavações de Vila Nova de São Pedro (1937‑1967): os contributos científicos possíveis e sua projecção internacional XXIX. Henri Breuil e a Arqueologia portuguesa. Primórdios de uma longa actuação XXX. Reconhecidos a Georges Zbyszewski (Palavras Proferidas na Sessão Inaugural do Encontro) XXXI. Georges Zbyszewski (1909‑1999) XXXII. O. da Veiga Ferreira (1917‑1997): sua vida e obra científica XXXIII. Uma colaboração de afectos. Vera Leisner (1885‑1972) e O. da Veiga Ferreira (1917‑1997) XXXIV. A Lapa do Bugio (Sesimbra): história das escavações realizadas XXXV. Manuel Farinha dos Santos (1923‑2001) XXXVI. José Pires Gonçalves: um médico no “Paraíso megalítico” de Reguengos de Monsaraz XXXVII. Para a História das investigações pré‑históricas em Cascais: um breve ensaio, lembrando João Cabral CARLOS FABIÃO – Posfácio
- Pretreatment tunes scCO2 extract composition and bioactivity in three microalgae: chemometric and molecular docking insightsPublication . Vladic, Jelena; Radman, Sanja; Besu, Irina; Stanojkovic, Tatjana; Zloh, Mire; Jerkovic, Igor; Banjac, Milica Karadzic; Ivkovic, Milena; Pereira, Hugo; Gouveia, LuisaThis study explores the impact of enzymatic (ENZ), microwave (MW), and ultrasound (US) pretreatments on supercritical CO2 (scCO2) extraction efficiency, chemical composition, and cytotoxic activity of Tetraselmis sp., Tetradesmus obliquus, and Chlorococcum sp. Pretreatments significantly enhanced extraction yields, with ENZ being most effective for Tetraselmis and Chlorococcum, and MW for T. obliquus. UPLC-HRMS profiling revealed species- and pretreatment-specific shifts: ENZ and US improved pigment recovery in Tetraselmis, while MW enriched carotenoids and chlorophyll derivatives. In Chlorococcum, MW boosted pigment diversity, whereas ENZ and US favored fatty acid derivatives in the extracts. Multivariate analysis confirmed significant compositional changes, particularly after ENZ and MW pretreatments. Tetraselmis extracts, especially those pretreated with MW, exhibited the strongest cytotoxic activity and highest selectivity indices against HeLa and MDA-MB-453 cancer cell lines. Correlation analysis identified compounds such as 2,3-dihydroxypropyl stearate, fucoxanthin, and (3β)-3-hydroxystigmast-5-en-7-one as strongly linked to cytotoxicity. Molecular docking further showed that abundant compounds in Tetraselmis extracts have high predicted affinities for cancer-related targets (e.g., BCL2, EGFR, PDK1). The results suggest that cytotoxic effects arise from both specific bioactive compounds and their synergistic interactions. These findings show that pretreatments can purposefully tune scCO2 extracts and provide a data-driven basis for designing more sustainable microalgal extraction workflows.
- Quality of marine protected areas is critical to achieving global biodiversity targetsPublication . Stephenson, Fabrice; Horta e Costa, Barbara; Addamo, Anna M.; Bueno, Paula; Costello, Mark John; Dudley, Nigel; Eskuche-Keith, Patrick A.; Fox, Helen E.; Gill, David; Gordó-Vilaseca, Cesc; Grorud-Colvert, Kirsten; Klein, Carissa; Moore, Pippa J.; Morgan, Lance E.; Nalven, Katharine B.; Paredes, Felipe; Pike, Elizabeth P.; Rao, Madhu; Sullivan-Stack, Jenna; Weiskel, Heidi S. W.; Wenzel, Lauren; Wells, Sue; Claudet, JoachimSummarising CBD target 3 to “30 × 30” emphasizes area coverage, but conservation success depends on MPA quality. Many existing MPAs are underprotected, and rapidly designating new areas risks creating ‘paper parks’ without ecological or social benefits. Prioritizing strictly or fully managed MPAs, supported by a clear and shared definition, is essential to achieve meaningful biodiversity outcomes. Quality-focused strategies ensure that global targets benefit both nature and people, rather than merely meeting numerical goals.
