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- Estudo de algumas variáveis potenciadoras do comprometimento organizacional dos profissionais nas organizações de saúde: uma revisão integrativaPublication . Gonçalves, Carina; Gonçalves Correia, David Manuel; Correia, Tânia; José, Helena; Henriques, Fernanda; Gouveia, Maria JoséO comprometimento organizacional surge como parte integrante de uma gestão eficaz dos recursos humanos, podendo-se traduzir num efeito significativo na satisfação do cliente, isto porque, profissionais de saúde mais comprometidos prestam melhores cuidados, o que se reflete em melhores resultados. Para além dessas vantagens, o comprometimento organizacional permite reduzir o absentismo e diminuir a rotatividade de profissionais, o que contribui para organizações mais coesas. Em organizações com elevado grau de complexidade, como é o caso das organizações de saúde, a preocupação com o comprometimento organizacional deve adquirir especial atenção, pois a profissionalização e a retenção dos seus profissionais, que são altamente qualificados, é imprescindível na maximização da eficiência e produtividade e, consequente, obtenção de ganhos em saúde. A realização desta revisão integrativa da literatura teve como base orientadora da investigação a questão: Quais as variáveis potenciadoras do comprometimento organizacional dos profissionais nas organizações de saúde? O objetivo foi identificar algumas variáveis que potenciam o comprometimento organizacional nas organizações de saúde e demonstrar como influenciam o comportamento organizacional dos seus profissionais. Os resultados obtidos permitiram identificar cinco variáveis potenciadoras do comprometimento organizacional: identificação com o plano estratégico da organização, confiança na liderança, tomada de decisão, condições laborais e satisfação pessoal. Concluiu-se que as variáveis identificadas evidenciam resultados positivos nas organizações de saúde. Contudo, importa, não só identificar em novos estudos outras variáveis, mas também, clarificar e aprofundar conhecimentos acerca das variáveis já identificadas, de forma a compreender como estas podem ser aplicadas, com o intuito de, cada vez mais, se promover o comprometimento organizacional nas organizações de saúde e, essencialmente, nas equipas de Enfermagem.
- Liderança e satisfação na equipa de enfermagem: revisão narrativaPublication . Fernandes, Vania; Contente, Catarina; Aljustrel Guerreiro, Inês; José, Helena; Gouveia, Maria José; Henriques, FernandaObjetivo: De forma a compreender a influência e relação no binómio liderança e satisfação em enfermagem, o objetivo deste estudo foi apresentar uma revisão bibliográfica narrativa acerca do tema e analisar o conhecimento produzido entre a relação liderança e a satisfação na equipa de enfermagem. Método: Trata-se de uma revisão narrativa da literatura. As bases de dados utilizadas foram a EBSCO (CINAHL Complete, MedLine Complete) para responder à pergunta de partida: “Qual o conhecimento relativamente à influência da liderança na satisfação da equipa de enfermagem no período de 2016-2021?". Para obtenção dos artigos, foram utilizados como critérios de inclusão: fontes primárias e revisões da literatura, integrativas, disponíveis na integra, em idioma português, espanhol e inglês, nos últimos cinco anos (2016-2021) e como critérios de exclusão: teses e dissertações, revisões narrativas, artigos duplicados ou noutros idiomas, considerando os seguintes descritores: liderança, satisfação no trabalho e enfermagem, aceites pela DeCS. As pesquisas desenvolveram-se durante o mês de maio de 2021 e selecionaram-se 26 artigos. Após análise dos artigos foram realizadas leituras exploratórias para maior compressão dos assuntos definidos e exploração do material recolhido, foram selecionados 7 artigos.
- Gestão do processo de mudança nas organizações de saúde: revisão narrativa da literaturaPublication . Forra Da Silva, Sandra; Gaio, Mª Cecília; Sanches, Sara; José, Helena; Henriques, Fernanda; Gouveia, Maria JoséEste artigo é um estudo de revisão narrativa acerca da gestão do processo de mudança nas organizações de saúde em contexto atual. As organizações de saúde são ambientes complexos, não estanques e em constante mudança. Com os rápidos avanços técnico-científicos e o processo de globalização é imprescindível que estas organizações adotem uma gestão de mudança, de modo que a organização se mantenha atualizada e consiga encontrar respostas para as suas necessidades quotidianas. Tendo como objetivo contribuir para um melhor conhecimento acerca do processo de mudança organizacional e identificar a forma como as mudanças organizacionais são percecionadas, foi definida a seguinte questão de partida: Quais os fatores que interferem no processo de mudança nas organizações de saúde? Para encontrar resposta para a questão foram efetuadas pesquisas de artigos nas bases de dados Business Source Complete e American Psychology Association PsycInfo, utilizando os descritores “organizacional change management” e “healthcare”, sendo identificados 195 artigos dos quais, após seleção e verificação de elegibilidade, foram incluídos 8 artigos relevantes e atuais na presente revisão narrativa. A análise dos artigos incluídos reforça a ideia que a resistência à mudança é um dos principais fatores para o fracasso. Pudemos concluir que um dos principais fatores de resistência à mudança é a falta de confiança entre os colaboradores e os seus superiores hierárquicos; o fracasso da gestão do processo de mudança prende-se com o facto do gestor não ter em consideração as opiniões, renitência e anseios dos seus colaboradores face a essa mesma mudança; a formação contínua, o desenvolvimento profissional e a comunicação influenciam a eficácia e desempenho dos profissionais.