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Projeto de investigação
Laboratory for Process Engineering, Environment, Biotechnology and Energy
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Effects of LED lighting on Nannochloropsis oceanica grown in outdoor raceway ponds
Publication . Carneiro, M.; Maia, Inês Beatriz; Cunha, P.; Guerra, I.; Magina, T.; Santos, Tamara; Schulze, Peter S.C.; Pereira, H.; Malcata, F. X.; Navalho, J.; Silva, J.; Otero, A.; Varela, João
Growth in most microalgal mass cultivation systems is light-limited, particularly in raceway ponds (RWP) where the light path is higher. Artificial lighting can be a promising solution to diminishing dark zones and enhance microalgal productivity. Therefore, our goal was to prevent the cell shift from photosynthesis to a respiration-only stage by resorting to LED illumination. Nannochloropsis oceanica cultures were accordingly grown out-doors in a preliminary small-scaleexperiment, followed by pilot-scale trials. In the former, three 3.0-m(2) RWP were set up under three distinct conditions: 1) without LEDs (control); 2) LEDs turned on during the night; and 3) LEDs turned on for 24 h. In the pilot-scale trial, one of two 28.9-m(2) pilot-scale RWPs was coupled to the best LED setup - determined in the small-scale preliminary experiment - using the same light intensity (normal mode) and half of the intensity (economy mode), with the second RWP serving as a control. In the preliminary experiment, the use of LEDs for 24 h was deemed as not helpful during daytime, before the culture reached asymptotic to 0.5 g DW L-1 - when dark zones appeared during the day due to sunlight attenuation in the 0.1 m-deep cultures. Overall, use of LEDs increased biomass growth chiefly by increasing nighttime productivities - materialized in higher chlorophyll, protein, and carbohydrate productivities in LED-lit cultures. A higher impact of LED lighting was observed under lower sunlight irradiances. A preliminary economic analysis indicates that use of LEDs in RWPs outdoors should be considered for high-value metabolites only.
Serviços de alimentação no Ensino Superior: Saúde e sustentabilidade
Publication . Braz, Nídia Maria Dias Azinheira Rebelo; Soares, Aldina; Farinha, Carla; Sarreira, Pedro; Melo, Nuno; Andrade, Graça; Lima, João; Lopes, Cristiana; Avelar, David; Neto, Belmira; Oliveira, Heitor; Alves, Elsa
A sustentabilidade alimentar assumiu uma relevância central nos desafios globais atuais. As Instituições de Ensino Superior (IES) desempenham um papel estratégico neste contexto, através dos seus serviços de alimentação. Este artigo examinou as práticas de sustentabilidade alimentar nas IES portuguesas entre 2020 e 2024, através de um estudo em três fases: um inquérito inicial em 2020/21, entrevistas realizadas entre 2021 e 2023, e um questionário aplicado em 2024. Os resultados revelaram avanços significativos na implementação de práticas sustentáveis, destacando-se a oferta universal de opções vegetarianas/veganas e iniciativas para redução do desperdício alimentar. Contudo, persistiram desafios como a dificuldade de integração dos diferentes intervenientes do sistema alimentar e barreiras nos processos de compras públicas. As principais iniciativas implementadas focaram-se na promoção da alimentação saudável, da redução de resíduos plásticos e do desperdício alimentar. O estudo evidenciou também a importância da monitorização regular dos indicadores de gestão e da formação das equipas. Este trabalho contribuiu para a compreensão das barreiras e estratégias facilitadoras na transição para sistemas alimentares mais sustentáveis no Ensino Superior português.
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Descrição
Palavras-chave
Contribuidores
Financiadores
Entidade financiadora
Fundação para a Ciência e a Tecnologia
Programa de financiamento
6817 - DCRRNI ID
Número da atribuição
UIDB/00511/2020
