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Manuel da Fonseca é na primeira hora neo-realista um dos escritores que mais rapidamente chegou ao apuro da escrita, comprovada na poesia, com Rosa dos Ventos (1940) e Planície (1941), e na narrativa, com Aldeia Nova (1942) e Cerromaior (1943). A colaboração em jornais e revistas (em particular em O Diabo), nos anos de 1938 e 1939, impulsionou a afirmação dessa sua obra inicial que investiu desde logo numa geografia sentimental privilegiada, o Alentejo.