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Integralismo Lusitano: filosofia e política de acção também regional e local

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Entendendo que não há movimentos doutrinários, políticos ou de intelectuais que não tenham na sua base uma concepção filosófica do mundo, convirá verificar se há base filosófica e política que sustente o Integralismo Lusitano desde 1913 até 19381, início e fim das publicações basilares deste movimento filosófico-político, bem como a sua relação com os movimentos integralistas regionais. Entende-se que, pelo facto de ainda não ter sido produzido tal trabalho analítico com bases filosófico-políticas sobre os textos consagrados e expressos pelas revistas do Integralismo Lusitano sejam nacionais, regionais ou locais, o conhecimento existente sobre tão importante movimento de intelectuais da primeira metade do século XX se encontra ainda incompleto, apesar de já contar com números e valiosos estudos. Por um lado, estamos certos da riqueza do tema em apreço e, por outro, estamos certos de que ainda há espaço para a investigação neste tema, globalmente entendido como Integralismo Lusitano, nomeadamente questões de cariz filosófico-políticas que ainda não estão respondidas, bem como não poderia deixar de se analisar e estudar a sua implantação regional e local, pois sabe-se pela análise das revistas integralistas de cariz nacional que havia importantes núcleos integralistas regionais também com publicações e acção política próprias.

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Universidade do Algarve, FCHS

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