Publicação
Revisitando a hipótese da estagnação secular à luz do paradigma da complexidade
| datacite.subject.sdg | 08:Trabalho Digno e Crescimento Económico | |
| datacite.subject.sdg | 09:Indústria, Inovação e Infraestruturas | |
| datacite.subject.sdg | 10:Reduzir as Desigualdades | |
| dc.contributor.author | Morais, Henrique | |
| dc.date.accessioned | 2026-03-24T10:17:59Z | |
| dc.date.available | 2026-03-24T10:17:59Z | |
| dc.date.issued | 2024 | |
| dc.description.abstract | Após as disrupções trazidas, também ao cenário macroeconómico, por fenómenos como a pandemia do COVID 19 e a invasão da Ucrânia, é provável que o tema da estagnação secular do crescimento económico, retomado em 2013 depois do contributo original de Alvin Hansen, venha novamente a ocupar, até pela sua verificação empírica, um lugar central na investigação e na análise geoeconómica. O paradigma dominante, pelo menos desde o início do século XX, não apenas nas ciências dita exatas, nas também noutras áreas das ciências sociais, como a economia, tem sido caracterizado pelo determinismo, pela confiança quase ilimitada nos modelos lineares, nas suas conclusões e na sua quase infalibilidade. Tem sido evidente a falta de precisão destes modelos, nomeadamente naquilo que supostamente seria a sua grande força, ou seja, a capacidade preditiva. Acontecimentos como a crise financeira de 2007/2008, a crise das dívidas soberanas europeias que se lhe seguiu, o aumento significativo do contributo dos mercados emergentes para a riqueza global, têm mostrado como estes modelos lineares são limitados na sua capacidade de análise e, também por isso, suscetíveis de virem a ser olhados com algum ceticismo pelos decisores. Perante este quadro concetual, pretendemos revisitar a tese de estagnação secular, nos seus alicerces teóricos fundamentais, mas também na evidência empírica com os dados mais recentes e, para além disso, olhar para uma visão alternativa à do mainstream. | por |
| dc.identifier.doi | 10.26619/1647-7251.15.2.3 | |
| dc.identifier.eissn | 1647-7251 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.1/28522 | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.peerreviewed | yes | |
| dc.publisher | OBSERVARE - Observatório de Relações Exteriores , unidade de Investigação em Relações Internacionais da Universidade Autónoma de Lisboa | |
| dc.relation.ispartof | JANUS NET e-journal of International Relation | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ | |
| dc.subject | Estagnação Secular | |
| dc.subject | Política Económica | |
| dc.subject | Complexidade | |
| dc.subject | Modelos Lineares | |
| dc.title | Revisitando a hipótese da estagnação secular à luz do paradigma da complexidade | |
| dc.type | journal article | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| oaire.citation.endPage | 89 | |
| oaire.citation.issue | 2 | |
| oaire.citation.startPage | 72 | |
| oaire.citation.title | JANUS.NET | |
| oaire.citation.volume | 15 | |
| oaire.version | http://purl.org/coar/version/c_970fb48d4fbd8a85 | |
| person.familyName | Morais | |
| person.givenName | Henrique | |
| person.identifier.orcid | 0000-0001-8264-0455 | |
| relation.isAuthorOfPublication | 639b7033-2b79-45e9-8959-f4ca133c43ff | |
| relation.isAuthorOfPublication.latestForDiscovery | 639b7033-2b79-45e9-8959-f4ca133c43ff |
