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Authors
Advisor(s)
Abstract(s)
A feeding experiment was conducted to determine the need for phosphorus supplementation with inorganic P in fish meal based diets, and in the formulation of a low P diet in which fish meal was gradually replaced with maize gluten as main source of protein.
A 3×3 experimental design was used testing 9 diets: three levels of corn gluten meal
(0, 19, 38 % of dietary protein), with three levels of phosphorus supplementation (0, 0.2, 0.4 %) achieved by the inclusion of different amounts (1.1, 2.2 %) of mono calcim phosphate, available P ranged from 0.43 % to 1.2 % (1.l % to 2 % total P).
In the experiment, duplicate groups of 30 individually identified rainbow trout
Oncohynchus mykiss with initial mean weight of 170 g i 70 were fed ad libitum one of the
nine test diets for a period of 9 weeks.
It is concluded that P supplementation of the fish meal based diets was not required
under the given conditions. The basal level of 1.2 % met all the requirements. Maize gluten meal was a good protein feedstuff at 19 % inclusion, but appeared suboptimal at 38 %. This was partly but not completely corrected by P supplementation. A level of dietary available P of 0.43 % is not sufficient for maximum growth and feed efficiency.
Body proximate analysis revealed no diferences between diets. Digestibility results
revealed that rainbow trout might only use P equivalent to requirement, and excrete excesso amounts. The level of Ca in the diet is also of major importance for the reduction of the excreted phosphorus, due to is influence in P availability.
Esta experiência foi efectuada com intuito de avaliar a necessidade da suplementação em fósforo inorganico em dietas à base de farinha de peixe, bem como numa dieta menos poluente na qual a farinha de peixe foi gradualmente substituída por gluten de milho como principal fonte proteica. Assim, nove dietas foram testadas utilizado-se um desing experimental 3×3, com três níveis de gluten de milho (0, 18.75% e 37.5 % como fonte proteica) e três níveis de suplementação em fósforo (0, 0.2% e 0.4 %) obtida através da incorporação na dieta de diferentes quantidades (1.1 e 2.2 %) de mono-fosfato de cálcio. Os montantes de fósforo disponível variaram entre os 0.43 % e os 1.2 % (1.1 e 2 % P total). Foram utilizados grupos duplicados de 30 trutas arco-iris (Oncohynchus mykiss) individualmente identificadas com um peso médio de 170 g i 70 aos quais foi ministrado alimento num regime ad libitum durante o periodo de 9 semanas. Foi concluido que nas condições existentes, a suplementação em fósforo não era necessária nas dietas à base de farinha de peixe. Um nivel de 1.2% (P total) na dieta satisfaz todas as necessidades. O gluten de milho revelou-se uma boa fonte proteíca a um nível de inclusão de 19 %, sendo no entanto deficiente quando perfaz 38 % da fonte proteica na dieta. A suplementação em fósforo veio melhorar esta deficiencia mas não na sua totalidade. Verificou-se que um nível de fósforo disponível de 0.43 % é insuficiente para a obtenção de uma taxa máxima de crescimento e eficiencia alimentar. As análises da composição corporal revelaram a inexistência de diferença entre as dietas. Os resultados obtidos para a digestibilidade demonstram que a truta arco-iris poderá utilizar apenas a quantidade de P que necessita e excretar o excesso. Verificou-se ainda que o nível de Ca e a relação Ca/P existente na dieta são igualmente de vital importância para a redução da excressão em fósforo, dado o seu efeito na disponibilidade do P para os peixes.
Esta experiência foi efectuada com intuito de avaliar a necessidade da suplementação em fósforo inorganico em dietas à base de farinha de peixe, bem como numa dieta menos poluente na qual a farinha de peixe foi gradualmente substituída por gluten de milho como principal fonte proteica. Assim, nove dietas foram testadas utilizado-se um desing experimental 3×3, com três níveis de gluten de milho (0, 18.75% e 37.5 % como fonte proteica) e três níveis de suplementação em fósforo (0, 0.2% e 0.4 %) obtida através da incorporação na dieta de diferentes quantidades (1.1 e 2.2 %) de mono-fosfato de cálcio. Os montantes de fósforo disponível variaram entre os 0.43 % e os 1.2 % (1.1 e 2 % P total). Foram utilizados grupos duplicados de 30 trutas arco-iris (Oncohynchus mykiss) individualmente identificadas com um peso médio de 170 g i 70 aos quais foi ministrado alimento num regime ad libitum durante o periodo de 9 semanas. Foi concluido que nas condições existentes, a suplementação em fósforo não era necessária nas dietas à base de farinha de peixe. Um nivel de 1.2% (P total) na dieta satisfaz todas as necessidades. O gluten de milho revelou-se uma boa fonte proteíca a um nível de inclusão de 19 %, sendo no entanto deficiente quando perfaz 38 % da fonte proteica na dieta. A suplementação em fósforo veio melhorar esta deficiencia mas não na sua totalidade. Verificou-se que um nível de fósforo disponível de 0.43 % é insuficiente para a obtenção de uma taxa máxima de crescimento e eficiencia alimentar. As análises da composição corporal revelaram a inexistência de diferença entre as dietas. Os resultados obtidos para a digestibilidade demonstram que a truta arco-iris poderá utilizar apenas a quantidade de P que necessita e excretar o excesso. Verificou-se ainda que o nível de Ca e a relação Ca/P existente na dieta são igualmente de vital importância para a redução da excressão em fósforo, dado o seu efeito na disponibilidade do P para os peixes.