Percorrer por autor "Romba, Sandra"
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- Do Saber ao Criar: experiências tecnoromanas na Villa de MilreuPublication . Colaço, Ana; Brigas, Amadeu; Pereira, Angelina; Silva, Ana Paula; Miguel, Carlos; Garcia, Cristina; Veiga-Pires, C.; Moura, Delminda; Reis, Emanuel; Dias, Filipe; Vargues, Filipa; Gonçalves, Luis; Santos, Marco António; Francisco, Maria Luisa; Fernandes, Paulo; Canas, Ricardo; Romba, Sandra; Azambuja, Sónia Talhé; Martins, Susana CaladoO programa DiVaM pretende contribuir para destacar a importância das comunidades locais na valorização do património cultural, indo ao encontro dos princípios da “Convenção de Faro”, pois tenta promover o património cultural como factor de aproximação, de diálogo, de coesão social e de uma cidadania cada vez mais inclusiva. O Centro Ciência Viva do Algarve, no âmbito deste programa, levou “experiências” às ruínas de Milreu pelo quarto ano consecutivo, tendo-se considerado imperativo dedicar pela primeira vez um dia inteiro ao público escolar. A presente comunicação visa dar a conhecer as atividades desenvolvidas.
- Evoluçao urbana de OlhãoPublication . Romba, Sandra; Araújo, Renata Malcher; Correia, José Eduardo HortaEsta dissertação é o resultado de um estudo sobre a evolução urbana de Olhão (Algarve), durante parte do séc. XVIII, séc. XIX e primeiras décadas do séc. XX. Através da investigação de documentação de Arquivo e da análise do tecido urbano, identificou-se o predomínio de campanhas urbanísticas em três áreas, situadas a sul, junto ao mar, a poente, área de cercas e hortas, e a norte, um grande eixo. Estudou-se as três áreas a partir de uma contextualização histórica e de uma análise da estrutura viária, dos quarteirões, do loteamento e da tipologia do edificado.
- Evolução urbana de OlhãoPublication . Romba, SandraEvolução urbana de Olhão é o título do presente artigo. Serve o mesmo para dar a conhecer e evidenciar o papel de cada uma das áreas urbanas que se foram desenvolvendo em Olhão a partir do séc. XVIII. Pretende-se expor uma abordagem da morfologia urbana que foque sobretudo a questão espacial mas também que vá ao encontro de alguns aspetos estruturais relacionados com a habitação. Para entender o processo de formação e evolução do núcleo urbano de Olhão adotei a seguinte metodologia: desenvolvi um trabalho de início de cariz teórico que compreendeu o levantamento de bibliografia diversa e genérica, mais precisamente enciclopédias, obras de geografia, guias e alguns artigos escritos por Antero Nobre, Francisco Fernandes Lopes e Alberto Iria. Obtida uma ideia genérica acerca do tema e passados alguns meses no Arquivo Histórico Municipal de Olhão, o local mais indicado para tentar compreender as políticas urbanas municipais pude, por fim, recolher um conjunto de dados importantes acerca de uma série de obras de reestruturação urbana, tais como, a construção e o alinhamento de casas, pedidos de terrenos, edificação das mais diversas obras públicas, calcetamento e reparação de estradas. Os dados recolhidos referem-se a grande parte da área urbana edificada de Olhão de finais do séc. XVIII (data a que remonta a documentação mais antiga encontrada no arquivo) até às primeiras décadas do séc. XX (data imposta por mim que corresponde à edificação dos atuais mercados).
