Percorrer por autor "Rosa, Marlene Cristina Neves"
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- + Equilíbrio 65 - risco de queda em idosos na comunidade da região do algarvePublication . Tome, Ana Maria; Rosa, Marlene Cristina Neves; Pais, Sandra Cristina Cozinheiro Fidalgo Rafael Gamboa; Tomás, Maria Teresa Barreiros Caetano; de Almeida Fontes, Ana PaulaIntrodução - As quedas constituem uma das principais causas de morbilidade na população sénior. A identificação e caracterização dos fatores causais é basilar na intervenção. Objetivo - Caracterizar a população de indivíduos com 65 anos ou mais de idade, da comunidade, inscritos em universidades sénior, do ponto de vista sociodemográfico e dos fatores de risco e risco de queda. Metodologia –Estudo transversal observacional. Incluídos indivíduos com 65 ou mais anos de idade. Dados recolhidos por questionário de autopreenchimento e avaliação de risco de queda e capacidade funcional e cognitiva com instrumentos específicos: FES-I TUG-C, FRT e FAB. Resultados – Avaliados 128 participantes dos 65-92 anos de idade (74.95±6.13), 74.2% mulheres. 31,3% tem história de queda no último ano; 75% toma mais de um medicamento por dia; 97,7% refere comorbilidades crónicas; 14.8% e 13.3% apresentam TUG-C e FRT, respetivamente, compatíveis com risco muito elevado de queda. 74,2% tem medo de cair moderado ou elevado e 49,2% tem disfunção marcada das funções executivas Discussão – A elevada percentagem de fatores de risco, a prevalência de quedas anteriores, polimedicação, comorbilidades crónicas e baixo nível de atividade física, risco psicossocial e baixos níveis de escolaridade são sinais de risco. O elevado medo de cair, desempenho reduzido nos testes de equilíbrio estático e dinâmico e o declínio cognitivo evidenciam a importância de uma avaliação multidimensional do risco de queda. Conclusão – Este estudo permitiu um olhar mais consistente sobre a problemática do equilíbrio e risco de queda e possibilitou sinalizar e analisar os principais fatores de risco de queda, em idosos na comunidade numa região do Algarve.
- Utilização do jogo e mecanismos de jogo como estratégia terapêutica no idoso: evidência científicaPublication . Rosa, Marlene Cristina Neves; Tome, Ana MariaA evolução sociodemográfica e o elevado índice de envelhecimento nacional e mundial, exigem ajustamento das intervenções preventivas e terapêuticas. O consumo gradual dos serviços de saúde pelos idosos, exige uma resposta à multimorbilidade, declínio multissistémico, perda da independência funcional e de qualidade de vida. O jogo ou a utilização de dinâmicas ou elementos de jogo, têm apresentado resultados positivos na literatura, com diferentes utilizações em saúde. Algumas revisões sistemáticas sugerem o seu papel promissor e efetivo, principalmente na integridade cognitiva e funcional (incluindo o equilíbrio) e saúde mental. Este estudo pretende apresentar e discutir a evidência científica da efetividade do jogo sério em diferentes contextos no envelhecimento. Procedeu-se a uma revisão de literatura através da pesquisa em diferentes bases de dados Cochrane Pubmed, Web of Science, ScienceDirect e Google Schoolar nos últimos 10 anos.
