Faculdade de Medicina e Ciências Biomédicas
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Percorrer Faculdade de Medicina e Ciências Biomédicas por Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) "15:Proteger a Vida Terrestre"
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- Contribuição para o conhecimento do parasitismo em raposas (Vulpes vulpes) no AlentejoPublication . Monteiro, Nathalie Belle Santiago; Cortes, Helder Carola Espiguinha; Pallero, Francisco Ángel BuenoEste trabalho consistiu no levantamento parasitário de 33 cadáveres de raposas provenientes da atividade cinegética, em herdades no Alentejo. Cada raposa foi submetida a necrópsia parasitológica, método de sedimentação natural, técnicas coprológicas, técnica de Baermann, técnica de coloração de esfregaços com Giemsa, técnica de coloração de cestodes carmim alcoólico clorídrico, método de digestão muscular com pepsina, técnica de homogeneização muscular e técnicas moleculares. Revelou-se que a fauna parasitária das raposas desta região é constituída por 5 géneros de ectoparasitas (Ixodes spp., Rhipicephalus spp., Felicola (suricatoecus) vulpis, Ctenocephalides felis e Pulex irritans), uma espécie de trematode (Alaria alata), 3 espécies de cestodes (Taenia spp., Mesocestoides lineatus e Joyeuxiella echinorhynchoides), 3 géneros de protozoários (Eimeria spp., Isospora spp. e Sarcocystis spp.), 8 espécies de nematodes (Angiostrongylus vasorum, Toxocara spp., Capillaria aerophila, Capillaria plica, Crenosoma vulpis, Rictularia affinis, Toxocara canis e Uncinaria stenocephala) e uma espécie de bactéria transmitida por vetores (Coxiella burnetii). Todos os indivíduos apresentavam 2 a 8 parasitas distintos, sendo os mais prevalentes, Uncinaria stenocephala (96,96%), Otodectes cynotis (75,75%), Alaria alata (54,54%) e Capillaria aerophila (51,51%). Contrariamente aos endoparasitas e O. cynotis, os demais ectoparasitas foram analisados somente nas 8 raposas que não tiveram a pele retirada pelos caçadores, das quais 6 tinham algum tipo de ectoparasita. Destes, os mais abundantes foram, Pulex irritans (5/8) e Rhipicephalus spp. (5/8). Felicola (Suricatoecus) vulpis, foi neste estudo, pela primeira vez observado em uma raposa (1/8) em Portugal, assim como a bactéria Coxiella burnetii (2/33 – 6,06%). Os resultados obtidos mostraram que raposas no Alentejo albergam uma fauna parasitaria diversa de agentes patogénicos de interesse para a abordagem One Health. Isto, indica a necessidade de melhor compreensão do papel deste animal na disseminação de infeções ao homem e animais domésticos, visando a implementação de estratégias de vigilância para mitigar possíveis impactos.
- Pretreatment antithrombotic strategies in non-ST elevation acute coronary syndromes in contemporaneous clinical practicePublication . Costa, Hugo; Espírito-Santo, Miguel; Fernandes, Raquel; Bispo, João; Guedes, João; Azevedo, Pedro; Carvalho Silva, Daniela; Vinhas, Hugo; Gonçalves, Rui Baptista; Mimoso, JorgeBACKGROUND Pretreatment antithrombotic strategies in non-ST elevation acute coronary syndromes (NSTE-ACS) during hospitalization is still a matter of contention within the cardiology community. Our aim was to analyze in-hospital and one-year follow-up outcomes of patients with NSTE-ACS pretreated with dual antiplatelet therapy (DAPT) versus single antiplatelet therapy (SAPT). METHODS A retrospective study was carried out with NSTE-ACS patients who planned to undergo an invasive strategy and were included in the Portuguese Registry of ACS between 2018 and 2021. A composite primary outcome (in-hospital re-infarction, stroke, heart failure, hemorrhage, death) was compared regarding antiplatelet strategy (DAPT versus SAPT). Secondary outcomes were defined as one-year all-cause mortality and one-year cardiovascular rehospitalization. RESULTS A total of 1469 patients were included, with a mean age of 66 12 years, and 73.9 % were male. The DAPT regime was used in 38.2 % of patients and SAPT in 61.8 % of patients. NSTE myocardial infarction was the most frequent presentation (88.5 %). Revascularization was performed within 24 h in 55.2% of patients. Time until revascularization >24 h occurred in 44.8% of patients, with 16.5% of these between [24 h–48 h], 10.6% in [48 h–72 h] and 17.6% > 72 h. The primary outcome was more frequently observed in the SAPT group (10.4 %, p ¼ 0.033), mainly driven by more ischemic events. Time until revascularization >72 h and the SAPT regime were independent predictors of the primary outcome (OR 3.09, p ¼ 0.005, and OR 2.03, p ¼ 0.008, respectively).
