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  • Physical Exercise and Pelvic Floor Muscle Training
    Publication . Hauwaert, Roxane Van; Vilela, Fernanda; Coutinho, Ana Luísa; Alpoim, Daniela; Jesus, Rita Sofia Fernandes de; Virga, Ema; Tome, Ana Maria; Almeida, Rui
    Pelvic floor dysfunction (PFD) significantly impacts women's quality of life (QoL), affecting social, professional, and mental well- being. Pregnancy and childbirth, particularly vaginal delivery, are major risk factors for PFD. This chapter reviews pelvic floor anatomy, function and changes during pregnancy and childbirth. It explores the prevalence, risk factors, diagnosis, and management of PFD, emphasizing conservative treatments like physical exercise and pelvic floor muscle training (PFMT). PFMT strengthens pelvic floor muscles, improves muscle tone, and enhances neuromuscular control, effectively preventing and treating PFD. Regular physical exercise during pregnancy without complications maintains physical and cardiorespiratory functions and reduces sedentary lifestyle- related risks. Therefore, PFMT and regular physical exercise are essential for preventing and managing PFD during pregnancy and postpartum. Moreover, education on pelvic floor health for healthcare providers and women is essential to promote lifelong adherence to physical exercise and improve women’s QoL.
  • Physiotherapy management following surgical neurolysis for a peroneal nerve injury: A case report
    Publication . Almeida, Pedro Sérgio Costa da Silva; Tome, Ana Maria; Felicio, João Carlos Martins; de Almeida Fontes, Ana Paula
    The peroneal nerve becomes superficial near the head of the fibula, increasing its exposure to injury mechanisms. There is a need to improve knowledge on the influence of physiotherapy on peripheral nerve injury rehabilitation. The case involves a woman with 47 years who suffered a cut in the region of distal third of right common peroneal nerve. This injury resulted in the loss of sensitivity, strength, foot drop, and neuropathic pain after suturing. These symptoms persisted for six weeks, and she had to undergo surgery six weeks after the accident. Physiotherapy was initiated 1 month after the surgical intervention, incorporating manual therapy, electrical stimulation, functional and aerobic exercise, and patient education. The patient experienced sensory alterations, pain was eliminated, and functional recovery of gait and running was achieved. However, there were residual weaknesses in hallux extensor and dorsiflexors. This case study contributes to the development of peroneal nerve rehabilitation interventions.
  • Equilíbrio e risco de queda na pessoa idosa na comunidade – desenho colaborativo e validação de um jogo analógico na abordagem em fisioterapia
    Publication . Tome, Ana Maria; Rosa, Marlene; Pais, Sandra; Tomás, Teresa; de Almeida Fontes, Ana Paula
    O envelhecimento associa-se a declínio multissistémico das funções físicas, psicológicas, cognitivas e mentais, com destaque para a multimorbilidade, fragilidade, perda de equilíbrio e aumento do risco de queda. O exercício físico mostra evidência na prevenção desse declínio, mas nem todas as pessoas idosas se adaptam. O jogo sério, evidencia-se nos últimos anos como uma intervenção multifatorial potencialmente eficaz nesse declínio. Pretende-se, codesenvolver e explorar o efeito de uma intervenção multifatorial com mecânicas e elementos de jogo analógico, na performance relacionada com o equilíbrio e risco de queda, na pessoa, com 65 ou mais anos de idade na comunidade. Trata-se do segundo estudo - exploratório de codesign de jogo analógico com grupo focal - de um conjunto de quatro, incluídos num projeto de investigação, envolvendo indivíduos idosos da comunidade, inscritos em Universidades Sénior da Região do Algarve. Espera-se um contributo para a evidência científica (participada), de uma estratégia de intervenção para o equilíbrio e risco de queda, baseada no jogo. Conhecer as características da população alvo permitirá planificar adequadamente intervenções e estudos subsequentes. A utilização de uma metodologia com grupo focal possibilita obter informação qualitativa com envolvimento direto dos diferentes interessados. A cocriação, representa um valor acrescentado para a investigação e sucesso de utilização do jogo, permitindo capacitar e potenciar o envolvimento dos utilizadores. O estudo piloto, coadjuvará o desenho do estudo de intervenção, com o qual se espera contribuir para evidenciar um novo protocolo de intervenção com recurso ao jogo analógico, que será testado no estudo experimental.
  • + Equilíbrio 65 - risco de queda em idosos na comunidade da região do algarve
    Publication . Tome, Ana Maria; Rosa, Marlene Cristina Neves; Pais, Sandra Cristina Cozinheiro Fidalgo Rafael Gamboa; Tomás, Maria Teresa Barreiros Caetano; de Almeida Fontes, Ana Paula
    Introdução - As quedas constituem uma das principais causas de morbilidade na população sénior. A identificação e caracterização dos fatores causais é basilar na intervenção. Objetivo - Caracterizar a população de indivíduos com 65 anos ou mais de idade, da comunidade, inscritos em universidades sénior, do ponto de vista sociodemográfico e dos fatores de risco e risco de queda. Metodologia –Estudo transversal observacional. Incluídos indivíduos com 65 ou mais anos de idade. Dados recolhidos por questionário de autopreenchimento e avaliação de risco de queda e capacidade funcional e cognitiva com instrumentos específicos: FES-I TUG-C, FRT e FAB. Resultados – Avaliados 128 participantes dos 65-92 anos de idade (74.95±6.13), 74.2% mulheres. 31,3% tem história de queda no último ano; 75% toma mais de um medicamento por dia; 97,7% refere comorbilidades crónicas; 14.8% e 13.3% apresentam TUG-C e FRT, respetivamente, compatíveis com risco muito elevado de queda. 74,2% tem medo de cair moderado ou elevado e 49,2% tem disfunção marcada das funções executivas Discussão – A elevada percentagem de fatores de risco, a prevalência de quedas anteriores, polimedicação, comorbilidades crónicas e baixo nível de atividade física, risco psicossocial e baixos níveis de escolaridade são sinais de risco. O elevado medo de cair, desempenho reduzido nos testes de equilíbrio estático e dinâmico e o declínio cognitivo evidenciam a importância de uma avaliação multidimensional do risco de queda. Conclusão – Este estudo permitiu um olhar mais consistente sobre a problemática do equilíbrio e risco de queda e possibilitou sinalizar e analisar os principais fatores de risco de queda, em idosos na comunidade numa região do Algarve.
  • Utilização do jogo e mecanismos de jogo como estratégia terapêutica no idoso: evidência científica
    Publication . Rosa, Marlene Cristina Neves; Tome, Ana Maria
    A evolução sociodemográfica e o elevado índice de envelhecimento nacional e mundial, exigem ajustamento das intervenções preventivas e terapêuticas. O consumo gradual dos serviços de saúde pelos idosos, exige uma resposta à multimorbilidade, declínio multissistémico, perda da independência funcional e de qualidade de vida. O jogo ou a utilização de dinâmicas ou elementos de jogo, têm apresentado resultados positivos na literatura, com diferentes utilizações em saúde. Algumas revisões sistemáticas sugerem o seu papel promissor e efetivo, principalmente na integridade cognitiva e funcional (incluindo o equilíbrio) e saúde mental. Este estudo pretende apresentar e discutir a evidência científica da efetividade do jogo sério em diferentes contextos no envelhecimento. Procedeu-se a uma revisão de literatura através da pesquisa em diferentes bases de dados Cochrane Pubmed, Web of Science, ScienceDirect e Google Schoolar nos últimos 10 anos.
  • High vs low protein intake in chronic critical illness: a systematic review and meta-analysis
    Publication . Castro, Sílvia; Tome, Ana Maria; Granja, C.; Macedo, A.; Binnie, Alexandra
    Background & aims: Patients with persistent organ dysfunction after the first week of intensive care unit (ICU) admission are considered to have chronic critical illness (CCI). Acquired muscle weakness is a common feature of CCI that is accompanied by loss of muscle mass and electromyographic features of myopathy. Optimizing protein intake may help prevent acquired muscle weakness and/or promote muscle recovery, however, the optimal level of protein intake in CCI is uncertain and there is a lack of consensus in published nutritional guidelines. This systematic review focuses on the impact of high versus low protein intake as part of a nutritional strategy for patients with CCI. Methods: The terms “protein intake” and “critically ill” were systematically searched in PUBMED, CENTRAL (Cochrane Central Register of Controlled Trials), and WEB OF SCIENCE on 06/01/2023. We included studies that (1) enrolled critically ill adults (aged 18 years or over) who were in the ICU for more than 7 days and that compared (2) protein intake above and below 1.3 gr/kg administered by any route (enteral and/or parenteral), (3) had an intervention period that occurred primarily after the first 7 days of critical illness and (4) reported clinical outcomes including length of ICU and hospital stay, duration of invasive mechanical ventilation (IMV), mortality, ICU acquired infections, muscle mass and physical function. Studies pertaining to elective surgery, those with intervention periods shorter than 7 days or occurring primarily within the first 7 days of critical illness, those measuring only laboratory parameters as outcomes, and safety and feasibility studies were excluded. Results: Four studies were included (N ¼ 1730) in the meta-analysis and systematic review. Higher (>1.3 g/kg/d) versus lower protein intake was associated with a decrease in early mortality (defined as ICU or 28-day mortality) hazard ratio (HR) 0.42 (95 % confidence interval (CI): 0.26e0.70, P < 0.001), but had no impact on late mortality (defined as the latest mortality timepoint in each study): HR 0.93 (95 % CI 0.76e1.15, P ¼ 0.51). There was no significant difference between intervention and control groups with respect to duration of IMV, duration of ICU or hospital stay, muscle mass, or the incidence of ICUacquired infections. One study reported improvements in physical function at 3 and 6 months in the intervention group. Conclusion: After the first week of critical illness, increasing protein intake to >1.3 g/kg/d may improve early mortality but not late mortality or other clinical outcomes. The small number of relevant studies and the heterogeneity of outcomes assessed, weaken these conclusions. Further studies are warranted to discern whether higher protein intake is beneficial in chronic critical illness. PROSPERO registration number: CRD42023403554; PROSPERO registration name: “The effect of higher than 1,3 g/kg of protein versus lower intake in chronic critically ill patients”