Repository logo
 
Loading...
Project Logo
Research Project

NOVEL REGULATORS OF FISH PUBERTY ONSET

Authors

Publications

Estradiol and genistein effects on the sea bass (Dicentrarchus labrax) scales: transcriptome dataset
Publication . Pinto, Patricia IS; Andrade, André; Thorne, Michael A.S.; Estêvão, M. Dulce; Canario, Adelino; Power, Deborah
Fish scales are mineralized structures that play important roles in protection and mineral homeostasis. This tissue expresses multiple estrogen receptor subtypes and can be targeted by estrogens or estrogenic endocrine-disrupting compounds, but their effects are poorly explored. The transcriptome data here presented support the findings reported in the research article "Genistein and estradiol have common and specific impacts on the sea bass (Dicentrarchus labrax) skin-scale barrier" [1]. Juvenile sea bass were exposed to estradiol and the phytoestrogen genistein for 1 and 5 days, by intraperitoneal injections, and the effects on scale transcript expression were analysed by RNA-seq using an Illumina Hi-seq 1500. The raw reads of the 30 libraries produced have been deposited in the NCBI-SRA database with the project accession number SRP102504. Mapping of RNA-seq reads against the sea bass reference genome using the Cufflinks/TopHat package identified 371 genes that had significant (FDR<0.05) differential expression with the estradiol or genistein treatments in relation to the control scales at each exposure time, 254 of which presented more than a 2-fold change in expression. The identity of the differentially expressed genes was obtained using both automatic and manual annotations against multiple public sequence databases and they were grouped according to their patterns of expression using hierarchical clustering and heat-maps. The biological processes and KEGG pathways most significantly affected by the estradiol and/or genistein treatments were identified using Cytoscape/ClueGO enrichment analyses.
Efeitos de fitoestrogénios no metabolismo mineral em escamas de robalo e de tilápia moçambicana
Publication . Estêvão, Dulce; Pinto, Patricia IS; Santos, Soraia; Andrade, André; Power, Deborah
O rápido desenvolvimento da aquacultura nas últimas décadas fez aumentar a procura por fontes proteicas adequadas para incluir nas rações dos peixes. A soja tem sido muito utilizada com fonte proteica de origem vegetal mas é particularmente rica em fitoestrogénios, incluindo a genisteína (GEN) e a daidzeína (DAI), que são as principais isoflavonas presentes na soja. Os peixes podem estar expostos aos fitoestrogénios no ambiente ou através das dietas que os contêm, como é o caso da soja. Estes compostos podem ter atividades estrogénicas e efeitos disruptivos na reprodução mas o seu impacto nos tecidos mineralizados continua a ser desconhecido. As escamas de peixe são um tecido mineralizado que, tal como o osso de mamíferos, é mantido por ciclos de formação e reabsorção, mediado por osteoblastos (OSB) e osteoclastos (OSC), respetivamente. As escamas são um tecido responsivo aos estrogénios e expressam os recetores de estrogénio nucleares (ERs). As atividades das enzimas fosfatase alcalina (ALP) e fosfatase ácida resistente ao tartrato (TRAP) são usadas como marcadores das atividades dos OSB e OSC, respetivamente, e são modificadas pelo estradiol (E2) nas escamas de várias espécies de peixe. Usando um ensaio in vitro, investigámos o possível impacto da exposição a GEN e a DAI no metabolismo mineral em escamas. O efeito destes compostos foi avaliado através da determinação das atividades de TRAP e ALP em escamas de robalo (Dicentrarchus labrax), uma espécie marinha, e de tilápia moçambicana (Oreochromis mossambicus), mantida em água salgada (AS) e em água doce (AD).

Organizational Units

Description

Keywords

Contributors

Funders

Funding agency

Fundação para a Ciência e a Tecnologia

Funding programme

OE

Funding Award Number

SFRH/BPD/84033/2012

ID