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Orientador(es)
Resumo(s)
O rápido desenvolvimento da aquacultura nas últimas décadas fez aumentar a procura por fontes proteicas adequadas para incluir nas rações dos peixes. A soja tem sido muito utilizada com fonte proteica de origem vegetal mas é particularmente rica em fitoestrogénios, incluindo a genisteína (GEN) e a daidzeína (DAI), que são as principais isoflavonas presentes na soja.
Os peixes podem estar expostos aos fitoestrogénios no ambiente ou através das dietas que os contêm, como é o caso da soja. Estes compostos podem ter atividades estrogénicas e efeitos disruptivos na reprodução mas o seu impacto nos tecidos mineralizados continua a ser desconhecido.
As escamas de peixe são um tecido mineralizado que, tal como o osso de mamíferos, é mantido por ciclos de formação e reabsorção, mediado por osteoblastos (OSB) e osteoclastos (OSC), respetivamente. As escamas são um tecido responsivo aos estrogénios e expressam os recetores de estrogénio nucleares (ERs). As atividades das enzimas fosfatase alcalina (ALP) e fosfatase ácida resistente ao tartrato (TRAP) são usadas como marcadores das atividades dos OSB e OSC, respetivamente, e são modificadas pelo estradiol (E2) nas escamas de várias espécies de peixe.
Usando um ensaio in vitro, investigámos o possível impacto da exposição a GEN e a DAI no metabolismo mineral em escamas. O efeito destes compostos foi avaliado através da determinação das atividades de TRAP e ALP em escamas de robalo (Dicentrarchus labrax), uma espécie marinha, e de tilápia moçambicana (Oreochromis mossambicus), mantida em água salgada (AS) e em água doce (AD).
Descrição
Palavras-chave
Contexto Educativo
Citação
Estêvão, M. D., Pinto, P. I. S., Santos, S., Andrade, A., Power D. M. (2015). Efeitos de fitoestrogénios no metabolismo mineral em escamas de robalo e de tilápia moçambicana. V Congreso Nacional de Acuicultura / I Congreso Ibérico de Acuicultura, Huelva, 13-16/10/2015.
