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Orientador(es)
Resumo(s)
Este trabalho teve como objetivo verificar a
associação entre a prática de Ioga e a qualidade de
vida em pessoas idosas. Levou-se a cabo um
estudo transversal, correlacional, numa amostra
não-aleatória de 40 idosos de ambos os sexos, com
idades entre os 55 e os 80 anos, não
institucionalizados, residentes em diferentes
municípios do distrito de Faro, dividida em 2
grupos: praticantes de Ioga e não-praticantes.
Recolheram-se dados através de uma entrevista
semiestruturada que incluía questões sobre
variáveis sociodemográficas e as versões validadas
para português do Questionário de Qualidade de
Vida, da Escala de Depressão Geriátrica de
Yesavage e do Questionário Internacional de
Atividade Física. Analisaram-se os dados com o
programa Statistical Package for Social Sciences,
versão 28. Não se encontraram diferenças
estatisticamente significativas entre praticantes de
ioga e não-praticantes, exceto nas opiniões sobre
o ioga. Independentemente da experiência prévia
com o ioga, os par;cipantes, no geral, indicam que
esta prática pode ajudar durante o processo de
envelhecimento. Para os participantes, uma
qualidade de vida satisfatória significa estar
saudável, fisicamente ativo, ser autónomo, mas ter
um bom suporte social, ter oportunidade para
participar ativamente na vida social e manter o
bem-estar psicológico. De forma a analisar com
mais rigor a existência de alterações na qualidade
de vida e bem-estar associadas ao Ioga,
investigações futuras devem seguir um desenho
longitudinal, com uma amostra mais abrangente e
de maior dimensão.
Descrição
Palavras-chave
Ioga Qualidade de vida Envelhecimento saudável
