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O retábulo em Portugal: o Tardobarroco e o Rococó (c. 1746 – c. 1787)

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Resumo(s)

O presente texto surge na continuidade dos anteriores, publicados nos três primeiros números da Promontoria. Revista do Departamento de História, Arqueologia e Património da Universidade do Algarve, respectivamente dedicados ao Protobarroco1, ao Barroco Pleno2 e ao Barroco Final3. O período abordado neste estudo surge, a nosso ver, como a derradeira etapa de um longo ciclo que oscilou entre duas opções estéticas diferentes. Por um lado, uma linguagem mais próxima do formulário erudito italiano, nomeadamente de origem romana, e que recorria a materiais pétreos ou então à madeira fingindo pedraria. Por outro, o uso de soluções mais adaptadas à sensibilidade portuguesa e que preferiam a madeira entalhada e dourada. Se neste longo conflito estético sempre predominou em Portugal a tendência castiça, como vimos nas três fases do barroco, a partir da década de 1740 assiste-se à intensificação deste confronto, que culminará nos finais de setecentos com o declínio da secular tradição da arte da talha.

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Universidade do Algarve, FCHS

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