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A indústria óssea do Paleolítico Superior do sul da Península Ibérica: a gestão do risco e da incerteza

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Resumo(s)

Neste trabalho, apresentam-se os resultados da análise das colecções de utensílios em matéria dura animal, de quatro sítios arqueológicos localizados na região sul da Península Ibérica. A análise tecnológica e traceológica permitiu identificar várias técnicas de fracturação, extracção e modificação do osso de mamífero e da haste, usados como matérias-primas. Ficaram, desta forma, documentadas técnicas como a dupla ranhura longitudinal e a partição logo desde o Gravetense, prolongando-se a sua utilização por todo o Paleolítico superior. Vários foram os utensílios produzidos, mas o mais usado foi o osso com impressões, um elemento importante para algumas actividades do quotidiano destas comunidades, já que se relaciona com o trabalho das matérias ósseas e líticas. A análise destas colecções, à luz de conceitos teóricos como o risco e a incerteza, permitiu concluir que a indústria óssea existente nos sítios estudados parece ser a adequada ao quotidiano dos grupos de caçadores-recolectores que habitaram o sul da Península Ibérica durante o Paleolítico superior. A sua quantidade e variedade foi influenciada por factores culturais, ecológicos e pela gestão que os caçadores-recolectores faziam dos recursos que tinham disponíveis na região.

Descrição

Tese de Doutoramento, Arqueologia, Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Universidade do Algarve, 2015

Palavras-chave

Indústria óssea Paleolítico superior Caçadores-recolectores Sul da Península Ibérica Risco e incerteza

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