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Abstract(s)
O aumento da esperança média de vida é um marco importante no desenvolvimento da espécie humana. Contudo, a extensão do tempo de vida acarreta, por vezes, dificuldades com as quais a sociedade tem de aprender a lidar. A demência surge como um obstáculo pelo que é necessário encontrar formas de o contornar de modo a garantir qualidade de vida para a pessoa idosa. A presente investigação teve como objetivo analisar os efeitos de um programa de estimulação física e cognitiva nas capacidades funcionais e cognitivas do idoso com demência e na sua qualidade de vida. Para o efeito elaborou-se um estudo de caso exploratório, descritivo, transversal e comparativo, do qual fizeram parte 30 utentes da estrutura residencial para idosos da Santa Casa da Misericórdia de Faro, com idades compreendidas entre os 71 e os 94 anos, sinalizados com demência. Os participantes foram divididos em dois grupos: um experimental e um de controlo. O primeiro foi submetido a 14 sessões de estimulação física e cognitiva. Os instrumentos utilizados foram o Mini Mental State Examination, a Escala de Avaliação da Qualidade de Vida na Doença de Alzheimer e o Índice de Katz. Os instrumentos foram aplicados em duas fases distintas: uma primeira, antes das sessões de estimulação cognitiva e uma segunda, após a realização destas. Os resultados apontam para uma melhoria na maioria dos parâmetros avaliados no que concerne ao grupo experimental, verificando-se, assim, um efeito positivo da estimulação física e cognitiva no que diz respeito às capacidades funcionais e cognitivas do idoso com demência, bem como na sua qualidade de vida.
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Keywords
Envelhecimento Demência Estimulação física Estimulação cognitiva Qualidade de vida