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Cancro do cólon: influência de polimorfismos do gene UGT1A1 no tratamento com irinotecano

dc.contributor.advisorMarques, Vera Linda Ribeiro
dc.contributor.authorEvaristo, Inês Isabel dos Santos
dc.date.accessioned2014-07-11T14:58:52Z
dc.date.available2015-07-11T00:30:06Z
dc.date.issued2011
dc.descriptionDissertação de mest., Ciências Farmacêuticas, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Univ. do Algarve, 2011por
dc.description.abstractO Cancro Colo-rectal (CCR) é um grave problema de saúde pública, é o quarto cancro mais comum e apresenta-se como uma das principais causas de morte no mundo ocidental. O desenvolvimento desta neoplasia está fortemente relacionada com factores como a idade, antecedentes pessoais e familiares, síndromes genéticos hereditários, historial étnico e racial, e também com os estilos de vida ocidentais. Perante isto, é necessário ter em conta as manifestações clínicas desta patologia, bem como, a realização rotineira de técnicas de rastreio e diagnóstico, e também a adopção de medidas preventivas. Esta neoplasia é muito complexa, desenvolve-se a partir de alterações genéticas que permitem a formação de pólipos e a consequente evolução de adenoma a carcinoma. O prognóstico está directamente relacionado com o estadio, sendo que a doença metastática é a que apresenta pior prognóstico. Nestes casos, no que diz respeito à terapêutica, opta-se pela utilização de regimes quimioterapêuticos que incluem Irinotecano. A farmacogenómica tem demonstrado o seu papel fundamental no tratamento do cancro colo-rectal metastático com Irinotecano, uma vez que permite uma melhor compreensão da influência de polimorfismos no gene UGT1A que codifica enzimas envolvidas no metabolismo deste fármaco (principalmente UGT1A1) na grande variabilidade interindividual na resposta a esta terapêutica. Assim, o conhecimento de polimorfismos nos genes que codificam enzimas envolvidas no metabolismo do Irinotecano, bem como nos seus alvos terapêuticos e transportadores, permitirá num futuro próximo a individualização desta terapêutica, havendo um maior controlo de variáveis como a dose a administrar, segurança e eficácia.por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.1/4763
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.subjectCancro do colonpor
dc.subjectTerapêuticapor
dc.subjectIrinotecanopor
dc.subjectFarmacogenómicapor
dc.titleCancro do cólon: influência de polimorfismos do gene UGT1A1 no tratamento com irinotecanopor
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspor
rcaap.typemasterThesispor
thesis.degree.grantorUniversidade do Algarve. Faculdade de Ciências e Tecnologiapor
thesis.degree.levelMestrepor
thesis.degree.nameMestrado Integrado em Ciências Farmacêuticaspor

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