Repository logo
 
Publication

Trabalho por turnos: consequências (in)desejáveis na formação contínua dos enfermeiros

dc.contributor.advisorCarreira, Teresa Pires
dc.contributor.advisorBos, Sandra Maria Rodrigues de Carvalho
dc.contributor.authorSeromenho, Vanda Maria de Sousa
dc.date.accessioned2011-09-07T16:05:36Z
dc.date.available2011-09-07T16:05:36Z
dc.date.issued2008
dc.descriptionDissertação mest., Ciências da Educação, Universidade do Algarve, 2008por
dc.description.abstractO trabalho nocturno ou por turnos é uma situação cada vez mais frequente no mundo actual, e, principalmente na área da saúde, envolvendo hoje milhões de trabalhadores. A Cronobiologia, ciência que estuda os determinantes da ritmicidade temporal dos fenómenos fisiológicos e bioquímicos que se relacionam com as diversas horas do dia, tem revelado que os efeitos do trabalho nocturno ou por turnos são particularmente evidentes relativamente à quantidade e qualidade de sono. Vários estudos científicos confirmam a influência do sono no desempenho, mas poucas são as investigações realizadas em contextos educativos/formativos. Na área de enfermagem a qualidade dos cuidados depende de bons níveis de conhecimentos e de desempenho. Tendo em conta o importante papel que a formação contínua deverá desempenhar no aprofundamento de conhecimentos e desenvolvimento de competências, surge o tema para o nosso estudo Trabalho por turnos: Consequências (in)desejáveis na formação contínua dos Enfermeiros. A ausência de estudos associando estas duas temáticas, levou-nos a realizar este estudo exploratório, de natureza quantitativa, com a aplicação de um inquérito por questionário, a uma amostra de 142 enfermeiros do Centro Hospitalar do Baixo Alentejo, E.P.E., a exercerem funções em regime de trabalho por turnos, com idades compreendidas entre os 22 e os 57 anos; predominantemente do sexo feminino, com 81% de indivíduos. A média de experiência profissional é de 9,6 anos. Na amostra, o grau académico superior é o mestrado com 2,1% de enfermeiros com este grau académico, e 5,6% como especialistas na carreira de Enfermagem. Os resultados indicam que de forma geral os enfermeiros estão satisfeitos com o trabalho por turnos, apesar de considerarem que a qualidade e quantidade de sono entre turnos da noite é precária, não consideram o trabalho por turnos como uma razão de incompatibilidade à realização de formação contínua; no entanto, constatou-se que para realizar formação contínua, os enfermeiros têm de fazer trocas de turnos com os colegas, e inclusive assistir a formações após o turno/período nocturno. De forma geral as hipóteses em estudo foram confirmadas.por
dc.formatapplication/pdfpor
dc.identifier.other616-083 SER*Tra Cave
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.1/793
dc.language.isoporpor
dc.subjectTesespor
dc.subjectEnfermagempor
dc.subjectFormação contínuapor
dc.subjectPsicologia aplicadapor
dc.subjectEnfermeirospor
dc.titleTrabalho por turnos: consequências (in)desejáveis na formação contínua dos enfermeirospor
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspor
rcaap.typemasterThesispor
thesis.degree.grantorUniversidade do Algarve. Faculdade de Ciências Humanas e Sociaispor
thesis.degree.levelMestrepor
thesis.degree.nameMestrado em Ciências da Educação. Especialização em Educação e Formação de Adultospor

Files

Original bundle
Now showing 1 - 1 of 1
Loading...
Thumbnail Image
Name:
Tese - Vanda Seromenho.pdf
Size:
1.21 MB
Format:
Adobe Portable Document Format