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Da oralidade para a escrita: percursos pedagógicos

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Resumo(s)

O presente relatório procura corroborar a influência que a fala exerce sobre a escrita e de como o desenvolvimento da oralidade é fulcral para que um indivíduo se torne um bom escrevente. Ao longo do trabalho, estão visíveis as semelhanças e diferenças entre ambas as práticas discursivas e de que forma se influenciam e estabelecem interações. Desde a conclusão da formação inicial, em Professores do Primeiro Ciclo do Ensino Básico, contactei com diversas realidades nas escolas em que trabalhei. No entanto, encontrei um ponto comum - a resistência que alguns alunos apresentavam quando lhes era pedido para desenvolverem uma ideia ou relatarem um acontecimento, cingindo-se ao que observaram ou ao que lhes era exigido. Esta reação agravava-se ainda mais quando solicitava que redigissem tal observação ou exigência. Assim, no ano letivo de 2012/2013, quando iniciei um 1.ºano, pela primeira vez, baseei-me em algumas das estratégias pedagógicas desenvolvidas no Programa Nacional do Ensino do Português (PNEP) para que os discentes ultrapassassem tais obstáculos. Neste trabalho, estão explícitas as linhas condutoras que me levaram a desenvolver as atividades, partindo sempre da consciência fonológica e da vertente oral para as produções escritas. O ensino da área de português propõe uma grande mudança no tratamento dado à modalidade do desenvolvimento da linguagem falada. As reformas educacionais estão a investir no sentido de mudar a ideia de que o papel central da escola é ensinar o aluno a escrever. A formação de bons produtores de textos orais necessita ser um dos objetivos pedagógicos privilegiados da escola, para que, consequentemente, tenhamos cada vez mais alunos com melhores resultados em várias vertentes do currículo. Práticas que foquem a oralidade dentro de situações concretas tornam-se mais significativas para os alunos que, deste modo, compreendem e valorizam o que estão a trabalhar

Descrição

Dissertação de mestrado, Ensino do 1º e 2º Ciclo do Ensino Básico, Escola Superior de Educação e Comunicação, Universidade do Algarve, 2014

Palavras-chave

Ensino básico Oralidade Fonologia Escrita Texto Produção

Contexto Educativo

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